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Ultraje: Comandantes “bateram continência” para o corrupto Jaques Wagner!

Marquês de Tamandaré, Duque de Caxias e Eduardo Gomes  onde estiverem, estão envergonhados com seus comandados. Se curvaram diante de um corrupto!  Que vergonha senhores comandantes militares. Não se discute se “prestaram” ou “bateram” continência.  O que importa é que a reverência foi feita para quem nunca mereceu usar a faixa de comandante das FFAA.


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O Cristalvox, a cada dia que passa, mais se convence que a democracia no Brasil é uma ilusão… Um sonho! Quando políticos e militares dizem que as instituições funcionam regularmente, dá vontade de “vomitar”.

É recomendável que seja lido, de forma acurada, o segmento da reportagem de capa da revista Isto É desta semana. Nela, surge às claras, a atuação “gosmenta” de Jaques Wagner, Ministro da Defasa do Brasil. O pior nisso tudo é que o serviço de inteligência ficou burro e permitiu que um “pária” comandasse a Armada do Marquês de Tamandaré, o Exército de Caxias e a FAB de Eduardo Gomes.

Leia:

” PF destaca três reuniões como as mais emblemáticas para demonstrar a existência de negociações prejudiciais à Funcef, feitas única e exclusivamente para cumprir acordos políticos: a que selou aportes de R$ 400 milhões na OAS Empreendimentos, a que confirmou investimentos de R$ 1,2 bilhão em três anos na Invepar (braço da OAS na área de transportes) e a que ratificou a aplicação de R$ 17 milhões no FIP Enseada, a fim de reerguer a Gradiente. Naquele momento, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro pressionava a cúpula petista pelo aval aos negócios de seu interesse. Nas mensagens extraídas do celular do empreiteiro, há referências à atuação de Jaques Wagner e Vaccari na Funcef. Em julho de 2013, quando o caso estava sob discussão, Léo Pinheiro escreveu para o acionista da OAS Antônio Carlos Mata Pires: “Como foi na Funcef? O nosso JW [Jaques Wagner] me perguntou”. Ao que Pires respondeu: “Ótimo. Foi aprovado para contratação do avaliador, Deloitte. Agora, precisaremos de JW [Jaques Wagner] na aprovação final”. Em outra conversa pelo celular, Léo Pinheiro diz que pela Funcef estaria tudo certo, mas adverte César Mata Pires, dono da OAS, que poderia haver problemas na aprovação do negócio pela Caixa. Segundo a mensagem, Carlos Borges, diretor da Funcef, havia ligado para Pinheiro preocupado com a questão. Quem também telefonou para agendar um encontro foi João Vaccari. Ao fim, o investimento foi aprovado. “Não esqueça de me reservar uma vaga de officeboy nesse arranjo político. Afinal com a sua influência junto ao Galego e o Lula, vc é o CARA”, atesta Carlos Borges, da Funcef, em mensagem encaminhada a Léo Pinheiro em 2014.

Conteúdo Cristalvox/ Isto É

http://istoe.com.br/as-gravacoes-que-comprovam-fraude-de-r-2-bi-na-funcef/