mourão calheiros

Se Renan Calheiros não renunciar, CHAMEM OS MILITARES!

O editor do cristalvox tem sido econômico em reação as milhares de mensagens que recebe todo o dia,  dos grupos de intervencionistas que manifestam seu desconforto para com a situação politica que o Brasil enfrenta. Nessas mensagens, sustentam, de forma objetiva que os poderes, sem exceção, estão contaminadas, podres. Não escondem o desconforto com a simples troca de cadeira provocada pelo impeachment . Sustentam  que a chapa Dilma/Temer é una e não existe espaço para condenar um e inocentar  o outro.


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Hoje, 21 de outubro, o Brasil toma conhecimento de que no Senado da República foi instalado um Estado Paralelo, chefiado por Renan Calheiros. Que José Sarney e Fernando Collor de Mello deram e dão suporte a essa excrescência, a esse acinte para com a democracia se é que ela, de verdade, existe.

A espionagem,  desnudada pela Procuradoria da República e pela Polícia Federal,  praticada contra todos os senadores ,  faz de Renan Calheiros um “araponga de quinta”, auxiliado por espiões canalhas.  O “reizinho” das Alagoas perdeu todas as condições de permanecer,  por mais 24 horas na presidência do Senado. A descoberta feita pela Polícia Federal de que  a milícia  do senado comprou 12 maletas espiãs, chamadas de GUARDIÃO, faz emergir um esquema criminoso, típico das piores ditaduras do mundo. Vivemos no Brasil, com as revelações desta manhã, sem nenhuma dúvida, uma filial da Coreia do Norte,  onde as garantias e liberdades individuais são questão de estado,  que pode tudo, até mesmo controlar os movimentos de seus membros.

O certo é que vivemos no Brasil “o estado do cangaço“, como muito bem define o Antagonista.  Renan Calheiros tem de receber um “basta”. Não adianta esperar do Supremo uma atitude forte, consistente, que garanta, de fato, o que a Constituição exige de seus guardiões. Nenhum Ministro do STF terá coragem de afastar Renan, mesmo que estejam adormecidos por lá, 11 inquéritos contra o presidente do Senado.

O caso da prisão de Eduardo Cunha é o mais  emblemático dessa letargia do STF.  O pedido da prisão de Eduardo Cunha dormiu, por 6 meses na mesa de Teori Zavascki, sem que do seu gabinete partisse ordem para prender um delinquente contumaz, ousado e debochado. Porém, em Curitiba, na mesa de Sérgio Moro a insônia venceu a preguiça e o medo e, em apenas 05 dias, o todo poderosos Cunha virou pó, “passarinho cantante”, com direito apenas a duas horas de sol, comida em marmita e necessidades fisiológicas realizadas no boi, o buraco “preto e fedorento” da sua cela.

Os militares que se “jactam” em reverberar que estão em prontidão permanente para que a Constituição da República seja respeitada, continuam em berço esplendido, assistindo passivamente a democracia brasileira esfarelar-se. Os intervencionistas estão “roucos”, mas apenas “roucos”. Aos aos poucos, os  poucos que os apoiavam começam a engrossar seu grito,  a ponto de se perfilarem para que “as condições mínimas do estado de direito” sejam preservadas.

Se Renan não sair por vontade própria, por certo homens da estipe de Hamilton Mourão Filho não necessitarão apertar nenhum gatilho para catapultar o “cangaceiro” presidente do senado da sua cadeira. Bastará apenas o uso da mais moderna metralhadora chamada “TELEFONE” para que Calheiros se recolha, finalmente a sua insignificância e saia da história política do Brasil, exatamente como entrou… Sem nenhuma importância, de alguém que nunca soube o seu tamanho…