República de Curitiba LACRA Vanessa Grazziotin e manda senadora comunista ESTUDAR!

O Cristalvox replica uma publicação importantíssima postada na página da República de Curitiba. Tem alguns meses, desde o processo de impeachment da presidente catapultada do Palácio do Planalto que o editor do site “tenta” escrever alguma coisa sobre essa senhora chamada Vanessa Grazziotin. Faltou inspiração ou o subconsciente alertava que era perda de tempo dar “vitrina” a uma política sem expressão, ávida a ganhar as páginas de jornais com factóides, discursos repetitivos e protagonista da mais patética defesa de Dilma Rousseff.  Falou demais! Chamou os sulistas de nazistas. Teve a resposta que merecia…


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Resposta da República de Curitiba ao insulto da comunista Vanessa Grazziotin

A senadora Vanessa Grazziotin, do Partido Comunista do Brasil, compartilhou em seu Twitter um post com a seguinte mensagem: “O Sul (Curitiba) é responsável por Temer estar onde tá. Separa logo. Assim evitamos surgimento de um novo Hitler e fechamos as fronteiras.”




O recado da senadora, eleita pelo estado do Amazonas, foi claro: a República de Curitiba, uma região formada por imigrantes europeus, como alemães, seria, por isso, um lugar propício para nascimento de uma personalidade como Hitler. Isso é grave e explicamos porquê.

Para atual geração, Hitler é simplesmente o homem mais odiado da história, e seu regime representou o arquétipo da perversidade política. Considerando o contexto de milhões de inocentes brutalmente assassinados e dezenas de milhões que morreram lutando contra Hitler, é mais do que um insulto uma autoridade governamental propagar um texto de ataque à população sulista do Brasil usando justamente esse tipo de analogia.

O que Hitler simboliza continua aceso na memória coletiva, para que o seu exorcismo nunca ceda lugar a qualquer margem de reinterpretação do que ele representa. Um personagem desta natureza passa a desmerecer qualquer condescendência em seu julgamento histórico, sob o risco de se jogar uma pá de cal sobre os túmulos das vítimas do nazismo.

Por tudo isso, consideramos ultrajante a postura da senadora e esperamos uma retratação.

Além disso, não podemos ignorar também um detalhe, bastante irnônico, nesse episódio: a referida senadora é representante do partido comunista.

O comunismo é o irmão mais velho do nazismo. Ambos perversos. O partido nazista de Hitler, tal como o partido comunista, buscou toda a sua inspiração nas ideias de Karl Marx. Tanto um quanto outro compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada, do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo.

Como escreve Adolfo Sachsida (Doutor em Economia pela UNB), desnecessário dizer que tanto o nazismo quanto o comunismo foram responsáveis pela execução sumária, e pelo aprisionamento, de milhões de pessoas que cometerem um de dois crimes: ou não concordavam com o regime, ou pertenciam a alguma minoria escolhida para mover o ódio das massas.

Tanto Hitler (a figura que ilustra o nazismo) quanto Stalin ou Mao-tsé-tung (figuras que ilustram bem o comunismo) pregavam a morte dos “traidores da pátria”. Essas figuras sempre justificavam seus crimes com base num sonho futuro. Ou então argumentavam igualmente que a “ganância” de alguns impunha a miséria ao povo (justificando assim o confisco da propriedade pivada e a prisão generalizada de determinados grupos de indivíduos).

Dessa forma, fica dica: a senadora comunista deve estudar mais a história, rever seu posicionamento político e repensar a ideologia que abraça antes de replicar comentários de cunho, no mínimo, preconceituosos.

Equipe da página República de Curitiba

13 de outubro de 2016.

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