fim do PT

PT: Só refundado para se salvar!

 


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A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores, reuniu-se em Brasília na quarta-feira 5 de outubro, reconheceu o duro golpe recebido das urnas e acusou a mídia e a “Zelite”, como é de costume.

Na nota, tirada do encontro, no item  16, o PT escancara: “Da derrota, extrairemos lições que possibilitem reorientar nossa prática, a fim de recuperar a confiança política dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos intelectuais, acumulando forças para retomar o projeto de transformação social que constitui nossa razão de ser.”. Daí, é possível perceber que o PT esta sem rumo e admite até mesmo, na mais radical das decisões de um partido, mudar de nome!

Sobre o assunto, leia a postagem de Claudio Humberto, no Diário do Poder:

“PT amadurece decisão de mudar nome e sigla

Vexame eleitoral e provável prisão de lula trouxe ideia de volta

Após o fracasso eleitoral do dia 2, ganhou força no PT a proposta de mudança de nome e de sigla, para evitar a debandada de militantes do partido devastado pela corrupção. O ex-presidente Lula e dirigentes petistas se assustaram com o resultado das urnas, mostrando que o PT encolheu 63%, e agora avaliam a necessidade de “mudar para sobreviver”, antes que a eleição de 2018 decrete a extinção do partido. A informação é do colunista Cláudio Himberto, do Diário do Poder.

O temor no PT é que sua extinção venha a ser precipitada com a eventual prisão de Lula. Sem ele, o PT acabaria, avaliam dirigentes.

Estimativas internas indicam que em 2018 o PT somente deve eleger 30 deputados federais, se tanto. Hoje são 58, mas elegeu 70 em 2014.

Um obstáculo para o PT mudar de nome é a autoria da proposta: o ex-ministro Tarso Genro, é de facção contrária à de Lula, que o detesta.

Em 1998, o PFL tinha a maior bancada na Câmara: 105 deputados eleitos. Em 2007 o PFL virou DEM. Em 2014, elegeu 28 deputados.”