Paulo Bernardo, senhor Glesi Hoffmann vira réu na “Custo Brasil”. Uma sentença de duas dezenas de anos espera o ex-ministro

Ex-ministro de Dilma e Lula é acusado de montar um esquema de desvio de 100 milhões de reais no Ministério do Planejamento.


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O ex-ministro Paulo Bernardo e outras 12 pessoas se tornaram réus nesta quinta-feira. O juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, da 6ª Vara Criminal de São paulo, aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) referente à Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato em São Paulo. Ex-ministro de Dilma e Lula, Bernardo foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele é acusado de montar e operacionalizar um esquema de fraudes na liberação de créditos consignados do Ministério do Planejamento, que teria desviado cerca de 100 milhões de reais entre 2009 e 2015 – ele foi titular da pasta de 2005 a 2011.
Conteúdo Veja, editado pelo jornalista Eduardo Gonçalves

Lembre da prisão

O ex-ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma, Paulo Bernardo, foi preso nesta quinta-feira (23) em um desdobramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília. Ele é marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que estava com Bernardo no apartamento funcional, em Brasília, quando a polícia chegou.

A PF informou que o objetivo da operação, batizada de Custo Brasil, é apurar o pagamento de propina referente a contratos de prestação de serviços de informática pela empresa Consist no valor de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento.
G1

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