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Partidos Trabalhadores perde o rumo e caminha para o “suicídio” político

“Ou reagimos agora ou adeus”, diz um dirigente petista, segundo publica a Folha no Painel. Para o partido, o contra-ataque as denúncias apresentadas pela Força Tarefa da Lava Jato é necessário para evitar o próximo passo: a eventual prisão de Lula.


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Entre os petistas, apesar de pintados para a guerra, é ponto quase unânime que a denúncia já causou um dano sem precedentes à imagem de Lula.

Dessa forma o PT promete reagir. A tática é subir o tom e dizer que está em curso um “golpe continuado” para impedi-lo de voltar à Presidência em 2018. A sigla quer intensificar a campanha internacional iniciada no impeachment. Para braços da Lava Jato, a apresentação da denúncia tal como foi feita pode ter “carregado na tinta” para além do tríplex, o que acentuará reações. Tucanos concordam e temem risco de vitimização do ex-presidente.

Para fazer barulho, grupos do partido convocaram militantes para comparecer à entrevista do ex-presidente durante a reunião da direção petista. A ideia é reproduzir o clima de sua fala no dia em que houve a condução coercitiva.

O PT quer que a defesa do ex-presidente entre na agenda dos movimentos sociais, de todas as instâncias partidárias e das bancadas no Congresso. Reclama que somente o presidente da legenda, Rui Falcão, tem feito o “enfrentamento”.