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Operação Acrônimo: Polícia Federal nas ruas para prender corruptos

O Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel está com um “pé na cadeia”. Seu Secretário Chefe da Casa Civil e Relações Institucionais Marco Antônio de Rezende Teixeira é o alvo. PF chega na “cozinha” do governo mineiro.


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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (23) uma nova fase da Operação Acrônimo que investiga um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais e recebimento de vantagens indevidas por parte de agentes públicos. Agentes foram às ruas logo no início da manhã. O secretário de Estado de Casa Civil e de Relações Institucionais de Minas, Marco Antônio de Rezende Teixeira, é um dos alvos desta fase da operação. Ainda não há informações sobre quantos mandados serão cumpridos e se há alguma prisão prevista.

A última fase da Acrônimo havia sido realizada no dia 15 deste mês. Na ocasião, a polícia se concentrou em duas linhas de investigação. A primeira se referia à suspeita de cooptação (quando pessoas são atraídas de forma ilícita) e pagamento de vantagens indevidas para fraudar licitações no Ministério da Saúde, beneficiando uma gráfica pertencente a investigados.

G1