Brasília - O presidente interino Michel Temer faz discurso durante cerimônia de posse aos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasill)

Odebrecht e OAS revelam, com detalhes, como e quem financiaram com dinheiro sujo

Uma semana eletrizante: Odebrecht e OAS provocarão um devastador tsunami atômico em Brasília!


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Quem imaginou que a Operação Lava Jato iria sucumbir diante do “novo” desenho de governo no Brasil, infelizmente pegou “o bonde errado”. Exatamente no momento em que Michel Temer tomava posse no Palácio do Planalto, Odebrecht e OAS informavam, nos mínimos detalhes,  aos investigadores da Lava Jato – Polícia Federal e Procuradoria Geral da República – o caminho das pedras.

Se, examinada a foto da posse provisória de Michel Temer, nela podem ser identificados, ao menos 20 políticos que estão com seus dias contados no cenário de Brasília. A Odebrecht era e é uma organização de fazer inveja, até mesmo no campo da corrupção. Todas as doações legais e ilegais foram registradas em um intrincado programa de computador, impossível de ser acessado. Porém, diante da agonia de Marcelo Odebrecht, o pai Emílio forneceu a chave do programa e a Força Tarefa da Lava Jato, como na fábula de joãozinho e mariazinha”, pelas migalhas, chegou ao centro do mundo…

Por sua vez, a OAS através de Léo Pinheiro, àquele que deixou vazar que providenciou uma “reforminha” na casa do Ministro do STF, Dias Tóffoli e que não faz mais segredo de que o sítio de Atibaia e o triplex do Guarujá sofreram intervenções diretas da construtora em favor da família Lula da Silva vai dizer mais. Revelará o intrincado esquema de “favorecimento” no BNDES para ditaduras e governos corruptos da África e América, tudo patrocinado pela “alma mais honesta do Brasil”…

Dias cinzentos encobrirão o céu da capital federal. Celas escuras, mofadas  e fedorentas estão à espera de gente que continua a pagar R$ 1.000,oo,  por uma refeição básica em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e, principalmente no Nordeste. Na cadeia, comerão quentinhas intragáveis e usarão o “boi” sem nenhuma cerimônia, sem poder fazer a higiene “hídrica” após a insuportável “obrada”.