OAS “entrega” Dias Tóffoli e o Ministro “se afoga” na Lava Jato

A revista Veja, que ainda não circulou, mas que tem sua capa estampada nas redes, traz como assunto avassalador a informação de que o Ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Tóffoli está “mergulhado”, para não dizer “afogado” na Lava Jato. Léo Pinheiro da OAS contou tudo! Vai sobrar para outros togados…


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Então, sem receio de afirmar, o Cristalvox  entende os motivos pelos quais Dias Tóffoli, então presidente do TSE se “fechou” e só ele soube da evolução da apuração dos últimos 10 milhões de votos que definiram o resultado da eleição de 2104.

A Justiça deve uma resposta ao Brasil.

Dias Toffoli perdeu todas as condições de permanecer no Supremo Tribunal Federal.

O que disse  Dias Tóffoli nodia da diplmação de Dilma Rousseff:

“As eleições de 2014, para o Poder Judiciário, são uma página virada. Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral. Que especuladores se calem. Já conversei com a Corte, e esta é a posição inclusive do nosso corregedor-geral eleitoral, com quem conversei, e de toda a composição. Não há espaço para, repito, terceiro turno que possa cassar o voto destes 54.501.118 eleitores”, afirmou Toffoli.

Dias Tóffoli se encerrou com alguns técnicos do TSE, quando aécio tinha vantagem de 5 milhões de votos, faltando 10 ppor cento dos votos a serem apurados. Resultado: Dilma virou…

O que disse a impresa sobre a apuração secreta:

Em reveladora e estarrecedora entrevista a Beatriz Bulla, do Estadão, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, confirmou que somente um pequeno grupo de técnicos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) assistiu o minuto a minuto da totalização dos votos.

De acordo com o corregedor-geral, foi por ordem direta de Toffoli que o TSE montou um esquema para manter isolados os técnicos responsáveis pela apuração, sem contato inclusive com outros membros da Corte.

E o mais inacreditável é que, ainda segundo o corregedor-geral João Otávio de Noronha, a orientação dada pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, era para que os técnicos não informassem nem a ele o resultado parcial da eleição antes da abertura dos dados para todo o País.

Como todos sabem, essa abertura dos dados somente ocorreu já depois das 20 horas, quando estava assegurada a “eleição” da candidata oficial Dilma Rousseff. Esses são os fatos – verdadeiros, indiscutíveis e irrefutáveis – que marcaram as estranhíssimas inovações desta eleição presidencial, em que não houve transparência nem fiscalização.

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