O Procurador da República que protege Lula

O cristalvox insiste: Lula tem um Procurador da República para chamar só de “seu”. Não é por audiência. É para que todos entendam que na Procuradoria Geral da República, o Brasil “dorme com o inimigo”. Curitiba mostrou um lado. A face da PGR que  vai transformar o País.  Já em Brasília, muito perto do poder que se esfarela, sem nenhum pudor, sem pensar na pátria e nos brasileiros, um pequeno grupo só pensa em Cuba, Bolívia, Venezuela, Araguaia, comissão da verdade  e outros movimentos estranhos a democracia verdadeira…


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O cristalvox procurou saber quem é Ivan Cláudio Marx, o Procurador da República que distoa da equipe que trabalha em Curitiba. Não foi difícil, ao contrário, pode se afirmar que Ivan Cláudio é VERMELHO por dentro e por fora.

Leia o que Mateus Leitão escreveu em seu blog e o que o Lattes publica sobre Ivan Cláudio Marx.
Nenhum demérito ser militante e atuante nas causas da esquerda, mas no caso Lava Jato,por uma questão moral e de isenção teria de se declarar impedido.

O depoimento espontâneo de Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (15) — um inquérito investiga o ex-presidente por suposto tráfico de influência internacional em favor da Odebrecht — foi acertado entre o Ministério Público Federal e o escritório de advocacia Teixeira Martins.

Segundo informado ao Blog, para evitar uma intimação e obter discrição, advogados do escritório entraram em contato com o procurador Ivan Cláudio Marx, que assumiu a investigação sobre Lula no início deste mês, para saber se havia a intenção de ouvir Lula. Como a resposta foi positiva, o escritório pediu que o depoimento fosse realizado durante viagem do ex-presidente já agendada à capital da República, mas em um local reservado.

O depoimento, então, foi marcado para esta quinta-feira (15). Caso não tivesse sido realizado no formato voluntário, o MPF teria que enviar uma carta precatória para Lula ser ouvido em São Paulo por outro investigador — sem o conhecimento do caso — ou agendar uma viagem para o procurador de Brasília ir à capital paulista, gerando gastos à União.

Marx substitui desde 5 de outubro outras duas procuradoras que deixaram o caso neste ano por licença-maternidade e transferência dentro do Ministério Público Federal.

No depoimento, Lula argumentou, segundo o instituto do ex-presidente, que presidentes e ex-presidentes do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior, motivo pessoal de orgulho para ele. As informações prestadas por Lula já foram juntados ao procedimento sigiloso.

Leia a íntegra da nota do Instituto Lula:
Nesta quinta-feira (15), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esteve com o Procurador da República, Ivan Cláudio Marx, e prestou voluntariamente depoimento acerca do inquérito aberto pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPF-DF) pedindo esclarecimentos a respeito das palestras e viagens ao exterior do ex-presidente.

Lula respondeu às perguntas do procurador e argumentou que os presidentes e ex-presidentes do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior. Afirmou também que para ele isso é motivo de orgulho. Disse que todas as suas palestras feitas estão declaradas e contabilizadas, com os devidos impostos pagos, e que jamais interferiu na autonomia do BNDES e nas decisões do banco sobre concessões de empréstimos. Em seu depoimento afirmou: “quem desconfia do BNDES não tem noção da seriedade da instituição”.

Lula ressaltou “jamais ter interferido” em qualquer contrato celebrado entre o BNDES e empresas privadas. Mas que sempre procurou ampliar as oportunidades de divulgação dessas companhias no exterior, com vistas à geração de empregos e de divisas para o Brasil.

Ivan Cláudio Marx
Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (2001), especialização em em Derechos Humanos y Procesos de Democratización pelo Centro de Derechos Humanos da Universidad de Chile e doutorado em Doutorado – Ciências Jurídico-Sociais – Universidad del Museo Social Argentino (2012). Atualmente é procurador da república do Ministerio Publico Federal. Delegado de Polícia Federal no período de 03-06-2003 a 19-09-2006. Delegado-Chefe da Delegacia de Polícia Federal de Jaguarão – RS, no período de dezembro de 2004 a setembro de 2006. Membro do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial (GCEAP) no Rio Grande do Sul, de 2007 a 2013 e no Distrito desde 2014. Membro da Força-Tarefa que investiga as fraudes no DETRAN no Estado do Rio Grande do Sul (denominada Operação Rodin), desde sua criação em 1º de outubro de 2007. Membro titular do Grupo de Trabalho denominado DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE , da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, desde sua criação em 24-09-2010. Coordenador do Grupo de Trabalho Justiça de Transição da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, responsável pelas primeiras ações penais contra os agentes do Estado por crimes cometidos durante a última ditadura militar no Brasil, desde sua criação em novembro de 2011. Representante do Ministério Público Federal, conforme Ofício PGR/GAB/Nº1307, de 10 de outubro de 2011) para acompanhar os trabalhos do Grupo de Trabalho Araguaia (GTA), bem como para atendimento do disposto na sentença do Processo nº 82.00.24682-5, da 1ª Vara Federal do Distrito Federal, e na Sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Julia Gomes Lund vs Brasil tendo sido incluído na Portaria Interministerial Nº 1.102, de 5 de junho de 2012. Membro da Força-Tarefa criada para atuar nas investigações e nos atos de persecução penal relativos à Guerrilha do Araguaia, referidos na sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, no caso Gomes Lund vs. Brasil, desde dezembro de 2013. Integrante do Grupo de Trabalho com a finalidade de adotar medidas visando à exumação dos restos mortais do Ex-Presidente João Marques Belchior Goulart e à realização de exames e atividades periciais, de acordo com a Portaria nº 1.268, de 6 de novembro de 2013, da Ministra Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Representante suplente do Ministério Público Federal na Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo.

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