Britain's Home Secretary Theresa May delivers her keynote address on the second day of the Conservative party annual conference in Manchester, northern England September 30, 2013.  REUTERS/Phil Noble (BRITAIN  - Tags: POLITICS SOCIETY) - RTR3FFSM

O poder das mulheres. Na Inglaterra surge Theresa May, a nova Premier.

Na terra da rainha Elizabeth,  Theresa May,  secretária do Interior da Inglaterra,  que já liderava a disputa interna no Partido Conservado,  tem garantida sua indicação a PREMIER da Inglaterra, com a saída da disputa de outra mulher, a secretária de Energia do Reino Unido, Andrea Leadsom.


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Com May como única candidata remanescente à liderança do Partido Conservador do Reino Unido, um processo formal será realizado para confirmar sua nova posição, segundo o presidente do comitê da legenda responsável pela disputa. O chefe do comitê, Graham Brady, fez o anúncio em discurso minutos após Andrea Leadsom.

Uma vez confirmada como líder conservadora, May se tornará automaticamente a nova primeira-ministra, substituindo David Cameron, que anunciou sua renúncia após o plebiscito que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia.




Brady não deixou claro quando May assumirá ambas as funções, mas disse que o processo deve ser concluído “muito em breve”.

Theresa May se destaca agora como provável sucessora de David Cameron como chefe de governo britânico. Em discurso nesta segunda, ela prometeu que, se assumir o cargo, vai tirar o país da UE, obedecendo ao resultado do plebiscito de 23 de junho.

“Brexit significa Brexit e nós vamos fazer com que seja um sucesso”, disse May.

Em resposta aos que pedem ao governo que ignore o resultado da consulta May afirmou: “Não haverá tentativas de permanecer na UE, não haverá tentativas de reintegrar-se pela porta dos fundos”.

May, que fez uma campanha muito discreta a favor da permanência dol Reino Unido na União Europeia, se dirigiu em particular aos “líderes econômicos que não se prepararam para a possibilidade de uma saída”.

O Reino Unido precisa do “melhor contrato comercial, para os bens e os serviços”, disse May ao ser questionada sobre como pensava em negociar o acesso ao mercado comum europeu.

“Está claro também que o voto a favor do Brexit é uma mensagem que pede um controle da livre circulação de pessoas. Isto não pode continuar como agora”, disse May.

Conteúdo Folha