Ministro Lewandowski: O mais “ferrenho militante do PT” no STF, “chora” a cassação de Dilma Rousseff

Você não leu… Mas o Cristalvox insiste: ” Lewandowski: O mais “fererenho militante do PT” no STF, “chora” a cassação de Dilma Rousseff” .  Tudo que foi dito até a presente data sobre o alinhamento político do Ministro Ricardo Lewandowski e o Partido dos Trabalhadores não passava de mera conjectura. Porém, após sua atuação no comando do processo de julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, trouxe à luz, com clareza, que ele não faz nenhum segredo sobre sua preferência partidária. No julgamento do “mensalão” vendeu a idéia do “justo e da isenção”. Mas somadas as suas intervenções, ou como ministro no STF, ou como presidente “constitucional” do senado, Lewandowski se comportou como o mais ferrenho e fiel petista.  Debaixo da toga, fulgurava uma camiseta, de um lado a estrela do PT, de outro a “esfinge de Cheguevara.


Este conteúdo é produzido por CristalVox. Apoie nosso trabalho curtindo nossa página

O jornal o Estado de São Paulo desta quinta, 29 de setembro mostra a outra face de Lewandowski. Ele, que deveria ser isento como Juiz maior do impeachment, por dentro “chorava” por Dilma!

Um tropeço na democracia“. Comentário foi feito durante uma de suas aulas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde o ministro leciona Teoria do Estado. A informação e é assinada pela jornalista Julia Lindner.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, lamentou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e classificou o episódio como “um tropeço na democracia”. O comentário foi feito durante uma de suas aulas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde o ministro leciona Teoria do Estado. Lewandowski foi responsável pela condução do julgamento de Dilma no Senado. A gravação foi registrada na última segunda-feira, 26, pela revista Caros Amigos.

Antes de encerrar a aula, Lewandowski criticou o presidencialismo de coalizão, que considerou ser fruto da Constituição de 1989, com o aumento dos partidos, mas também de um “erro” do Supremo, que acabou com a cláusula de barreiras. “Deu no que deu. Nesse impeachment que todos assistiram e devem ter a sua opinião sobre ele. Mas encerra exatamente um ciclo, daqueles aos quais eu me referia, a cada 25, 30 anos no Brasil, nós temos um tropeço na nossa democracia. É lamentável. Quem sabe vocês, jovens, consigam mudar o rumo da história.”

Lewandowski também criticou a iniciativa do governo Michel Temer de propor a reforma do ensino médio através de uma medida provisória, na semana passada, sem consultar a população. “Grandes temas como o estatuto do desarmamento tiveram um plebiscito para consultar a população. Agora a reforma do ensino médio é proposta por medida provisória? São alguns iluminados que se fecharam dentro de um gabinete e resolveram tirar educação física, artes? Poxa, nem um projeto de lei não foi, não se consultou a população”, declarou Lewandowski.

Ele afirmou ainda que “o Estado democrático de Direito é aquele que amplia direitos e complementa a democracia representativa mediante a participação popular”. Para Lewandowski, “todas as leis importantes” só deveriam entrar em vigor após um plebiscito ou um referendo regulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo, segundo Lewandowski, poderia ser estipulado em alguns meses pelo próprio TSE. “A iniciativa legislativa tinha que ser facilitada também, pois o número de assinaturas mínimo é praticamente impossível”, comentou aos alunos.

%d blogueiros gostam disto: