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Militares “tomam” as ruas de São Paulo neste domingo, 04 de setembro

As recentes manifestações de rua na cidade de São Paulo, provocativas à democracia,  na medida que ultrapassam em muito o que se pode chamar de “politicamente correto” – jargão adotado pela esquerda para proteger publicamente  um discurso alienante e supressor da democracia – fez com  que as autoridades de segurança em Brasília mudassem a orientação do governo federal em relação as ações violentas e criminosas perpetradas pelos “black blocs” e grupos ligados ao PT, PSol, sindicatos e “supostamente a sem terras e sem tetos”. A decisão de enfrentar a “horda” parte de quem a conhece  em detalhes e sabe muito bem quem são seus líderes.


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Tanto o General Sérgio Etchegoyen,  Ministro Chefe do GSI, quanto Alexandre de Moraes, Ministro da Justiça já haviam externado publicamente a preocupação do governo em relação a atuação de  um pequeno grupo de “bandidos” que,  de forma sistemática  e orquestrada,  se aproveitando da fragilidade das lideranças contrárias ao governo Temer, AGEM criminosamente nas ruas do Brasil. Essas ações criminosas visam objetivamente “fragilizar a democracia e as instituições de Estado,   queimando tudo que encontram pela frente, quebrando lojas e destruindo agências bancárias. O governo, pelo que se observa,  decidiu não  negociar. Ao menor sinal de que as polícias militares dos estados não possuem condições de enfrentar os baderneiros, será disparado o gatilho do artigo 142 da Constituição: A garantia  da Lei e Ordem no território nacional será assegurada pelas Forças Armadas.

Hoje, domingo, 04, São Paulo,  está sob a vigilância dos militares, quando da passagem do símbolo das paraolimpíadas. Será uma operação discreta, sem tanques e blindados. Porém, milhares de soldados, prontos para qualquer tipo de ação estarão nas ruas. No menor sinal de agitação, irão agir. DEMOCRACIA também se garante com FORÇA!