urna dedo

Método conhecido e manjado “age” na eleição de Porto Alegre

O Brasil conheceu nos últimos dias a verdadeira face de um “aclamado” instituto de pesquisas que,  perdendo o rumo, se misturou sem nenhum disfarce na campanha de Fernando Pimentel em Minas Gerais.  Via agência “Peaper” foi praticado todo o tipo de “falcatrua” eleitoral no certame.  Tudo foi urdido nos corredores da “populis”. Fernando Pimentel está prestes a perder o mandato e os “mentores” da “façanha” numérica deverão se “varridos” do fechado clube de pesquisas.


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No Rio Grande do Sul é conhecido o “método” de se alcançar números “venais. Se plantam determinados cenários, inexistentes, que se fazem acompanhar de grandes “factóides” capazes de confundir o eleitor e criar dúvidas sobre a moral do “alvo” que o “método” de pesquisa entende mais vulnerável ou mais perigoso para quem tem a missão de “catapultar” no cenário.

Metodologias técnicas são utilizadas por condutores de pesquisas de campo ou qualitativas, capazes de em determinado cenário e momento projetar, com segurança a tendência do eleitorado. Porém, utilizando-se de “métodos” não republicanos, o “método aplicado” pode tira alguém do “rabo da canoa” e fazê-lo vencedor. Já conhecemos isso no Rio Grande.




O blog/site Cristalvox recebeu uma informação vazada de fonte extremamente séria e respeitada. Um método muito conhecido está sendo posto em prática para “alijar” o candidato mais bem posicionado do cenário eleitoral de Porto Alegre. Os números mostrarão o que foi passado… E é bom lembrar que fonte é fonte está protegida por dispositivo constitucional…