corredor de hospital

Mentira: Os brasileiros não estão doentes.

Uma gigantesca máquina privada foi “montada” para “adoecer” os brasileiros. Milhões de exames laboratoriais, de imagem, ressonância e testes das mais variadas origem são cobrados “dos próprios” brasileiros como se a conta fosse paga por um “ser maior” e não pelo  suor de quem trabalha… Enquanto isso, os doentes de verdade, àqueles que necessitam de tratamento e acolhimento ficam “atirdos” em corredores imundos de hospitais públicos que foram irrespónsavelmente transformados em “pocilgas”.  No fim de tudo isso, os médicos são os “bandidos” de plantão, enquanto que governo de forma premeditada e vil não assume seu papel de moderador, de gestor…


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Esse é o cenário: Unidade de saúde “abarrotada. Dois plantonistas para atender mais de 100 pacientes. Uma mãe entra na sala, com 04 crianças. Uma delas, aparentemente gripada, as demais lépida e desordeiras… A mãe dispara: Aproveitei que meu marido foi fazer um “bico” para trazer as crianças para o senhor dar uma olhadinha se está tudo bem…

Os “doentes mentais” que nunca cuidaram da saúde dos brasileiros agora, diante de uma declaração EQUILIBRADA E REAL, partida de um engenheiro civil que ESTÁ ministro da saúde, estão enlouquecidos. Vai cair por terra o discurso da medicina importada, da “ajuda” que recebemos dos CUBANOS…

Leia o que escreve Cláudio Humberto no Diário do Poder:
“O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta sexta-feira (15) que a maioria dos pacientes que procuram atendimento em unidades de atenção básica da rede pública apenas “imagina” estar doente, mas não está. De acordo com o ministro, é “cultura do brasileiro” só achar que foi bem atendido quando passa por exames ou recebe prescrição de medicamentos e esse suposto “hábito” estaria levando a gastos desnecessários no Sistema Único de Saúde (SUS). Entidades médicas criticaram a fala de Barros.
“A maioria das pessoas chega ao posto de saúde ou ao atendimento primário com efeitos psicossomáticos. Por que 50% dos exames laboratoriais não são retirados pelos interessados? Por que 80% dão resultado normal? Porque foram pedidos sem necessidade”, disse o ministro, na manhã de ontem (15), em evento na sede da Associação Médica Brasileira (AMB), em São Paulo.

Barros disse que a população costuma associar uma boa consulta à solicitação de exames e defendeu que os médicos ajudem a mudar esse pensamento. “Se (o paciente) não sair ou com receita ou com pedido de exame, ele acha que não foi ‘consultado’. Isso é uma cultura do povo, mas acho que todos nós temos de ajudar a mudar, porque isso não é compatível com os recursos que temos”, declarou. “Não temos dinheiro para ficar fazendo exames e dando medicamentos que não são necessários só para satisfazer as pessoas, para elas acharem que saíram bem atendidas do postinho de saúde.”
O ministro defendeu que os médicos façam uma investigação mais criteriosa do paciente, antes de solicitar exames ou prescrever remédios. “O médico tem de apalpar o cliente, fazer anamnese, tem de conversar com a pessoa”, afirmou.

Críticas – Representantes de entidades médicas discordaram da afirmação de Barros de que a maioria da população procura postos de saúde sem estar, de fato, doente. “De maneira geral, qualquer unidade de saúde terá 70% dos exames com resultado normal. Isso acontece porque o paciente não é bem examinado, não é bem interrogado, e são solicitados os exames errados. Ou então, na rede pública, o exame demora tanto para ficar pronto que, até lá, o paciente já sarou e não vai retirar o resultado”, diz Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

Ele afirma que a solicitação de exames desnecessários está relacionada a falhas na formação ou na postura do médico. “O paciente não tem culpa nisso. A maioria tem queixa real, que não é devidamente valorizada pelo médico”, afirmou.

Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), afirmou que o paciente nem tem o poder de escolher se quer fazer exames ou tomar remédios e é preciso avaliar melhor os dados informados pelo ministro antes de qualquer conclusão. “O julgamento do que o doente precisa é médico. Às vezes está lá que o doente não foi pegar (o resultado do exame), mas o doente ou o médico viram na internet. Precisamos saber quais lugares têm essa população de pacientes atendidos com exames normais ou que não foram buscá-lo. Porque, senão, fica algo jogado no ar.” (AE)