Marchezan pode se espelhar em Trump e escolher pessoas experientes para seu secretariado

No momento,  em que o prefeito eleito de Porto Alegre Nelson Marchezan tem dificuldades em escolher nomes para completar seu secretariado, uma vez que exige formação superior, mestrado e até doutorado para integrar sua equipe e, que sejam jovens, o presidente americano dá uma indicação que pode ser “a guia”. “A experiência…”  Dan Coats, de 73 anos, acaba de encerrar mandato de seis anos como senador. Ele foi embaixador na Alemanha no governo de George W. Bush.

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, escolheu nesta quinta-feira (5) o ex-senador Dan Coats para ser o diretor da inteligência nacional, disseram dois integrantes da sua equipe de transição, e assim ele coloca a sua marca na comunidade de inteligência norte-americana frequentemente criticada por ele.
O anúncio oficial era esperado para esta semana, à medida que Trump decide sobre alguns dos importantes postos que ele ainda precisa preencher, uma vez que ele se prepara para assumir a Casa Branca no dia 20 de janeiro.

Coats, 73 anos, é um conservador tradicional de Indiana que acaba de finalizar um mandato de seis anos no Senado. Ele foi também embaixador na Alemanha no governo republicano de George W. Bush.

Dois importantes integrantes da equipe de transição disseram que Trump havia escolhido Coats. Separadamente, uma fonte próxima ao grupo de transição afirmou que Trump também considerara o governador de Nova Jersey, Chris Christie, para o cargo, mas Christie preferiu não assumí-lo.
Trump manifestou várias vezes as suas dúvidas a respeito da avaliação da comunidade de inteligência de que a Rússia havia participado de ação hacker durante a campanha presidencial.

Nesta sexta-feira, ele vai receber informações de autoridades norte-americanas sobre as descobertas da inteligência em relação ao tema na Trump Tower em Nova York.
Algumas autoridades de inteligência receberam bem a escolha de Coats nesta quinta, dizendo que esperavam que a indicação fosse um sinal de que Trump busca reparar relações com a comunidade de inteligência após meses de desavenças por conta da avaliação de que a Rússia tentou influenciar a eleição de 2016 com a ação hacker.