Lei bolivariana para calar Juízes brasileiros: Renan Calheiros no comando!

Não é de hoje que Renan Calheiros demonstra, publicamente, desprezo para com a magistratura brasileira. Por certo, o faz, tentando intimidar quem detém o poder de julgar, no mínimo 09 ações recheadas de atos não republicanos, praticados por quem não tem a menor condição de presidir o Senado Federal, de onde já “fugou” uma vez para não ser cassado. Certamente, num futuro muito próximo, pelo livre e constitucional exercício de um juiz brasileiro seja preso e defenestrado da política nacional.


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Dizem em nota, os juízes brasileiros que: “Proposta defendida por Renan Calheiros contra abuso de autoridades ofende garantias da magistratura”

“O anteprojeto de lei que prevê punições a crimes de abuso de autoridades ofende garantias dos juízes previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Magistratura (Loman). A proposição, fruto do PL 6418/09, permite a penalização de magistrados pelo simples fato de interpretarem a lei – o que afeta diretamente a independência judicial.

A criação de Comissão Especial pelo presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), para votar a matéria justamente neste momento de intenso enfrentamento à corrupção no Brasil parece uma tentativa de intimidação de juízes, desembargadores e ministros do Poder Judiciário na aplicação da lei penal em processos envolvendo criminosos poderosos.

A Ajufe rechaça quaisquer medidas que enfraqueçam as garantias da magistratura, em especial aquelas que têm o objetivo de gerar, nos juízes, o receio da punição em desacordo com os trâmites constitucionais e legalmente previstos na Loman.

A independência judicial existe para assegurar julgamentos imparciais, imunes a pressões de grupos sociais, econômicos, políticos ou religiosos. Ela garante que o Estado de Direito será respeitado e usado como defesa contra todo tipo de usurpação. Trata-se de uma conquista da cidadania, que é garantia do Estado Democrático de Direito e essencial à proteção dos direitos fundamentais do cidadão.

As prerrogativas da magistratura são invioláveis porque agem em benefício da sociedade como um todo. Não cabe à lei ordinária restringi-las, nem, mais gravemente, aboli-las.

A Ajufe e os magistrados federais esperam ser convidados para apresentar sugestões e debater publicamente matéria tão importante para o país.”

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