Extra.. Extra! A Dilma que não é a Dilma

Eu tenho 68 anos. E não tem tido nada que eu esteja querendo ver por aqui. Frase captada pela repórter da Folha, jornalista NATUZA NERY editora da coluna Painel, destacada para entrevistar a ex-presidente em Porto Alegre.


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Quem lê a radiografia feita sobre a vida “pacata” “reclusa” e “reservada” assumida por Dilma Rousseff em Porto Alegre fica a refletir, com cetreza, de que a mulher que foi “alçada” à presidência por ato e obra e Luís Inácio da Silva nada mais foi do que “refém” de um monumental esquema que precisava de alguém “obediente e disciplinada” para servir de “escudo” para que a ORCRIM atuasse sem “freios” e roubasse bilhões de reais do Brasil.

Enquanto Policiais Federais e Procuradores da República “escancaram” os “abusos” e os “crimes monumentais” praticados pelos “amigos íntimos“, Dilma Rousseff se “conforma” com o “abandono material“. Seu dia a dia, após seu afastamento da presidência, contrasta com o luxo, poder e comportamento perdulário que lhe foi imposto pela “trup” palaciana. A vida “espartana” a que se recolheu nada tem a ver com suítes de luxo em hotéis famosos do mundo. Uma noite em Londres pagaria condomínio, IPTU e a faxineira por um ano da sua atual moradia em Porto Alegre.

Definitivamente essa Dilma  que a Folha entrevistou não é a Dilma da presidência...

Leia a entrevista em http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/11/1828285-apos-impeachment-dilma-leva-vida-reservada-no-rs-veja-entrevista.shtml

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