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Escândalo: Padilha no “centro de um furacão” de meio bilhão de reais

O Cristalvox não publica notícia falsa! Sobre um nebuloso negócio de 469 milhões de reais, envolvendo o ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha  e a desapropriação de uma fazenda em Goiás. O caso se agiganta e toma proporções de escândalo incontrolável, podendo provocar a queda do “primeiro amigo” do Presidente Michel Temer …”Padilha afirmou que nem pediu que o caso fosse analisado, no que foi prontamente desmentido pelo deputado Jovair Arantes, que intermediou toda a conversa entre  os interessados: ” Ele Fez. E, de fato, é o que tem de fazer mesmo


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Não bastassem escutas telefônicas (clandestinas) captadas no gabinete presidencial por um ex-ministro ( Marcelo Calero, da Cultura), que culminaram com a demissão do Secretário Geral da Presidência, o “anão” Geddel Vieira Lima, agora surge um escândalo de proporções gigantescas envolvendo o Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O “mandrake” só não ocorreu porque funcionários do Incra abortaram um “negocinho” de R$ 469 milhões de reais.

A revista Veja, edição 2506, publicada no final desta semana, na pag. 61,  “esconde” a uma informação de dimensões oceânicas quando o assunto é corrupção, desmandos e crime organizado no setor público. Diz Veja:




” As complicações não se resumem à Lava Jato. O próprio ministro Eliseu Padilha anda às voltas com as suspeitas de ter autorizado o pagamento de fabulosos 469 milhões de reais para a desapropriação de uma fazenda no interior de Goiás, a Estreito Ponte de Pedra, com 4.900 hectares, onde estão assentadas 114 famílias. Por esse preço, era melhor dar 4 milhões de reais a cada família. Quando os diretores do Incra, órgão responsável por questões agrárias, souberam  da indenização, houve revolta.

O Procurador do Incra, Junior Divino Fidelis disse: ” Não me sinto confortável em aprovar um negócio de tal magnitude, pois não há parecer meu no processo“.

Outro diretor lembrou que avaliações técnicas exigidas pela lei nem sequer haviam sido feitas. Outro ainda avaliou que o preço é 04 vezes acima do de mercado.

Isso a Casa Civil vai resolver“, respondeu o presidente do Incra, Leonardo Goes da Silva! Ou seja: O caso foi parara na Casa Civil, sob as “asas” de Eliseu Padilha, tal como queriam que ocorresse no caso do prédio de Geddel.

Procurado por Veja, Padilha afirmou que nem pediu que o caso fosse analisado, no que foi prontamente desmentido pelo deputado Jovair Arantes, que intermediou toda a conversa entre  os interessados: ” Ele Fez. E, de fato, é o que tem de fazer mesmo“.