Equador segue Venezuela e retira Embaixador do Brasil

O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou nesta quarta-feira (31) que irá retirar o embaixador do país no Brasil, minutos após a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Senado brasileiro.


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Correa é um tradicional aliado dos governos petistas de Dilma e de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.

“Destituíram a Dilma. Uma apologia ao abuso e à traição. Retiraremos nosso encarregado da embaixada”, escreveu Correa em sua conta no Twitter.

Mais tarde, foi a vez do governo do presidente da Venezuela, Nícolas Maduro, anunciar a retirada de seu embaixador do Brasil e o congelamento das relações com o país devido ao que designou como “golpe parlamentar”.

Segundo comunicado da chancelaria venezuelana, o país “decidiu retirar definitivamente seu embaixador na República Federativa do Brasil e congelar as relações políticas e diplomáticas com o governo surgido deste golpe parlamentar”.

Na manhã desta quarta, antes da votação da cassação de Dilma, o presidente boliviano, Evo Morales, também aliado de Dilma, havia dito que iria convocar seu embaixador em Brasília caso o impeachment da petista fosse aprovado.

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