Dilma à caminho de Curitiba para acertar contas com a Lava Jato

Fora da presidência, citada por 11 delatores e “dedurada” 72 vezes por Delcídio do Amaral,  Dilma Rousseff “caminha” perigosamente em direção de Curitiba.  Lá, “os diabos” como costumava rotular os investigadores da Lava Jato, a  esperam.  Dilma vai conhecer o 4º estágio do “Inferno de Dante”. Talvez acabe fazendo companhia a José Dirceu, Vaccari Neto e Marcelo Odebrecht.  Seu destino, se não buscar um “curso” no exterior”, já está traçado. O Juiz que tanto desqualificou, que tanto criticou sua competência, poderá ser seu “verdugo legal”.


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Cláudio Humberto publica hoje em sua coluna e no site Diário do Poder:

“Ao ser destituída por 61 senadores representando mais de 83 milhões de votos, Dilma Rousseff perdeu o foro privilegiado e está sujeita agora ao juiz Sérgio Moro, até há pouco impedido de investigá-la. Dilma foi citada gravemente por 11 delatores da Lava Jato, incluindo seu ex-líder do Governo no Senado, Delcídio Amaral, que a denunciou por 72 vezes. Logo Dilma poderá não ter motivos para alegar que é “honesta”.




O artigo 86 da Constituição determina que só se pode investigar Presidente por crime cometido no mandato. Esse impedimento caiu.

Somente Lula, com 136 referências de delatores, é mais citado que Dilma na revelação das safadezas investigadas pela Lava Jato.

A ex-presidente foi denunciada por duas vezes, no Supremo Tribunal Federal, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Janot denunciou Dilma por obstrução à Justiça, ao nomear Lula e até um ministro para o STJ que livrasse da cadeia ladrões da Petrobras.

Conteúdo Diário do Poder

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