Luciana Severo

Covardia: Jogadora de vôlei é agredida por taxista no Rio de Janeiro

Luciana Severo, atleta de vôlei do Fluminense, teve o nariz quebrado na briga. Taxista admite agressão, mas disse que foi ela quem iniciou os ataques e que ela o chamou de  nanico e afrodescendente e me deu um tapa na cara.


Este conteúdo é produzido por CristalVox. Apoie nosso trabalho curtindo nossa página

Uma confusão no trânsito virou caso de polícia na última quinta, 20, no Rio de Janeiro. Luciana Severo, jogadora de vôlei da equipe do Fluminense, disse ter sido espancada por um taxista em Ipanema, na zona sul do Rio, na última quinta-feira. Ela postou fotos machucada, com o rosto ensanguentado, em suas redes sociais, e disse ter sido agredida pelo motorista Williams Lopes. Ele admite a agressão, mas disse que foi Luciana quem iniciou a briga.

Segundo Luciana, o taxista a agrediu depois de insultá-la, quando estava parada com seu veículo em um sinal de trânsito, na rua Prudente de Moraes. De acordo com a jogadora, o taxista estava atrás de seu carro, quando o sinal ficou verde. Ela engrenava a marcha e descia o freio de mão, quando ele a teria insultado.

“Eu entrei na rua para ele poder passar e ele começou a me seguir. No outro sinal vermelho, ele parou o carro dele e veio em direção ao meu. Ao chegar à porta, abri e desci para ver que eu era uma mulher e recebi um soco no nariz que o quebrou e seguiu uma série de golpes”, contou.

Ao jornal Extra, o taxista Williams Lopes disse que foi Luciana foi quem iniciou a confusão. Ele negou estar seguindo a jogadora e disse que revidou a insultos e agressões. “Ela saiu do carro muito nervosa e explosiva e começou a me peitar e eu fiz o mesmo. Ela é maior que eu e estava de salto. Me chamou de nanico e afrodescendente e me deu um tapa na cara. Revidei”, disse Williams.

O taxista disse também ter saído machucado e demonstrou arrependimento. “Ela também me agrediu. Quando caímos no chão, ela me arranhou e chutou. E ainda pisou na minha canela com um salto de madeira. Sei que perdi a cabeça e não deveria ter agredido ela. Meu erro foi sair do carro para ver o que aconteceu e me exceder. Me arrependo da agressão e, se tivesse a oportunidade, pediria desculpas a ela. Mas gostaria que ela também me pedisse desculpas pelas coisas que disse e pelo que fez.”