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Souza Cruz e Philip Morris reproduzem no Brasil a guerra mundial que travam pelo mercado do tabaco.

Por aqui, a batalha do momento tem como prêmio a aprovação pela Anvisa dos cigarros do século XXI.

A Souza Cruz tenta autorização para entrar no mercado nacional com o cigarro eletrônico.

O trunfo da sua concorrente é o tabaco aquecido, produto que não exala fumaça.

Ambas davam como certo que o favorito para entrar primeiro no Brasil será o cigarro eletrônico de uma empresa chinesa.

A Souza Cruz, porém, se via logo atrás e acreditava que sua mercadoria receberia a chancela da Anvisa na esteira da que deverá ser concedida aos asiáticos.

A maré parece ter mudado.

Segundo suas avaliações internas, a Souza Cruz avalia que a Philip Morris a ultrapassou na corrida e, hoje, tende a conseguir a aprovação do tabaco aquecido antes do que a concorrente imaginava.