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Almirante da eletronuclear é condenado a 43 anos de prisão

Justiça condena ex-presidente da Eletronuclear a 43 anos de prisãoOthon Luiz Pinheiro da Silva é réu na ação penal que investiga crimes cometidos na construção da usina nuclear de Angra 3


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O juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, condenou nesta quarta-feira, 3, o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva a 43 anos de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, embaraço a investigações, evasão de divisas e organização criminosa. O vice-almirante é réu na ação penal que investiga crimes cometidos na construção da usina nuclear de Angra 3.
Othon foi acusado pelo Ministério Público Federal de cobrar propina em contratos com as empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix. O caso é desdobramento da Operação Lava Jato. Ao todo, são 15 réus na ação.
A filha de Othon, Ana Cristina da Silva Toniolo, também foi condenada e, segundo a sentença, deve cumpri pena de 14 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, além de 160 dias-multa.
O juiz determinou ainda que Othon pague multa de 1.218 dias-multa, sendo cada uma delas de metade do valor do salário mínimo.
Conteúdo Estadão, assinado pela jornalista Mariana Sallowicz.