PT ARREPENDIDO POR NÃO TER DESTRUÍDO AS FORÇAS ARMADAS

A irritação dos oficiais generais das FFAA  com o Partido dos Trabalhadores é tardia e preocupante.  Foi necessária uma confissão pública do PT,  por meio de uma RESOLUÇÃO,  de que se  arrependia por não ter aproveitado os 13 anos que esteve no comando do país para: “ modificar o curriculum das academias militares e promover oficiais com  compromissos democráticos e nacionalistas“,  para que a alta patente das três armas  acordasse  “do sonho esplêndido”   e entendesse que “dormiu com o inimigo,  por exatos 13 anos”.


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O que quis dizer o PT em sua Resolulção?  QUE O PARTIDO DOS  TRABALHADORES DEVERIA TER APROVEITADO OS 13 ANOS QUE GOVERNOU O BRASIL PARA APARELHAR AS FORÇAS ARMADAS E TRANSFORMÁ-LAS NUMA MILÍCIA BOLIVARIANA!
O General Vilas Boas, comandante do Exército afirmou que o conteúdo da  Resolução Petista ” é o tipo da coisa que planta um forte antipetismo no Exército ” e não apenas às Forças Armadas _ “remetem para as décadas de 1960 e de 1970″ e têm um tom “bolivariano”, ou seja, semelhante ao usado pelos regimes de Hugo Chávez e agora de Nicolás Maduro na Venezuela e também por outros países da América do Sul, como Bolívia e Equador.
Segundo o general Villas Boas, o Exército, como Marinha e Aeronáutica, atravessam todo esse momento de crises cumprindo estritamente seu papel constitucional e profissional, sem se manifestar e muito menos sem tentar interferir na vida política do país.
Eis o parágrafo da Resolução do PT que irritou o Exército, na página 4 do documento:
“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de  verbas publicitárias para os monopólios da informação.”
A informação está postada no jornal O estado de São Paulo e tem a assinatura da jornalista ELIANE CANTANHÊDE