Polícia Civil gaúcha não vai RELATIVIZAR a investigação sobre morte no diretório do PMDB

Os mais jovens não testemunharam as entrevistas dos jornalistas Armindo Antonio Ranzolin e Paulo Santana, na manhã  do dia 05 de junho de 1988, horas após o assassinato do deputado estadual José Antonio Daudt, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.  A polícia ainda colhia provas materiais no local do evento  e nenhuma diligência  tinha sido deflagrada para elucidar o caso, mas Santana e Ranzolin, publicamente pelos veículos da RBS, já acusaram formalmente o deputado estadual Antonio Dexaimer de ter sido o autor do tiro partido de uma arma calibre 12, que matou Daudt.


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Toda a investigação foi cercada de mistérios, de informações e contra-informações. Dexaimer, por ser deputado foi processado e julgado pelo Tribunal de Justiça. O editor do Cristalvox fez, pela Tv Guaíba, a histórica transmissão, ao vivo, de todo o julgamento.

Antonio Dexaimer foi absolvido por “falta de prova material” que indicasse ser o autor do crime.  Seu advogado, o GRANDE Osvaldo de Lia Pires  convenceu os Desembargadores que não existiam nos autos,  provas suficientes de materialidade da autoria.

Passados 28 anos, de novo o PMDB é protagonista de um fato lamentável e inusitado. Um dos principais executivos da campanha de Sebastião Melo é encontrado morto, no interior  da sede do partido, em Porto Alegre. Hipótese: SUICÍDIO…

Com certeza, o Delegado Paulo Grillo que se notabilizou por sua atuação na Corregedoria de Polícia não vai RELATIVIZAR a investigação.

Uma pergunta do Cristalvox: Onde estavam as câmaras de segurança do Diretório do PMDB?

– É bom lembrar que imagens colhidas pelo sistema foram usadas para identificar os invasores que danificaram equipamentos tem 2 meses na sede do partido… Essas mesmas câmaras, por certo registram quem entrou e saiu da sede do partido no domingo…

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