Ordem no Supremo: Evitar, a qualquer preço, o surgimento de novos “Sérgios Moros” no Judiciário

Era esperado: O “ego” dos ministros do STF não conseguiria conviver com mais de um “Sérgio Moro”. Estava “escrito” que  a mediocridade intelectual de Dias Tóffoli, na primeira oportunidade que se apresentasse  iria  nivelar,  “por baixo”,  o papel do Poder Judiciário em tempos de “depuração” de políticos, empresários e juízes. Até mesmo o competente e letrado Teori Zavascki não suportou o “brilho” de Sérgio Moro. Passou-lhe uma admoestação pública ao dizer que “juízes são formados para resolver conflitos e não para  criá-los”. Falou ao vento, pois Tóffoli se encarregou de “apontar”, por meio de um comando remoto chamado “caneta”, as atenções do brasileiros para um Tribunal que julga não pelo direito, mas pelos interesses de comensais.


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Agora, para incendiar, o que mais se fala nos corredores do Palácio do Planalto é encontrar uma “vaga” para Sérgio Moro no Supremo Tribual Federal. A vaga seria, repete o cristalvox, seria a de Ricardo Lewandowski que  confidenciou a amigos, que tão logo fossem encerrados os trabalhos que preside no Senado, relacionados com o impeachment de Dima Rousseff se aposentaria. Mas sua permanência no STF é questão de honra para o Partido dos Trabalhadores e para Lula. Identificam em Lewandowski o mais fiel escudeiro da Orcrim.

A mais recente decisão da Justiça Federal,  que mostra claramente a “cruzada” do STF para desqualificar, desautoriza e desmoralizar os Juízes  de Primeirio Grau. Isso fica demonstrado com a  injustificável decisão de um Desembargador Federal que passou sete anos na geladeira, acusado de formação de quadrilha. Ivan Athié foi reconduzido à magistratura pelas mãos e voto de Teori Zavascki quando ainda ocupava uma cadeira no STJ.




O Cristalvox aposta todas fichas no Juízes… Nessa batalha já se sabe quem vencerá: O direito e a razão.