Lava Jato: O funeral de Rodrigo Janot

O Plano “maquiavélico” de Rodrigo Janot para salvar Lula e Dilma é patético. Cheira “pagamento de conta”! Foi definido como “uma brincadeira” pelo Ministro Gilmar Mendes que explodiu,  e aos “gritos” fez ecoar nos corredores do STF,  sua indignação com o vazamento da informação. Uma coisa é prender um senador “corrupto” confesso, outro é pedir a prisão do Presidente do Senado. Uma crise jogada no colo do STF.


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Rodrigo Janot que até agora vinha se equilibrando no fio da navalha, ora respeitando o trabalho dos procuradores da república, ora operando em favor do PT, viu sua passagem pela PGR ruir em definitivo,  ao se portar como “advogado” de Lula e Dilma no pior momento vivido pela democracia brasileira nos últimos 30 anos.

Rodrigo Janot ao atuar de forma seletiva, escolhendo suas vítimas, fez “brotar” no núcleo duro do governo Temer a sensação de que trabalha para “explodir” o processo de impeachmente de Dilma Rousseff.

Rodrigo Janot tem em suas mãos, há mais de seis meses, elementos de prova,  capazes de gerar penas acima de 50 anos de prisão ao seleto grupo de assessores que acompanha Lula e Dilma,  durante os 04 governos petistas.

Rodrigo Janot se comporta, nos últimos dias como um militante político e não como um “Homem de Estado”, ao qual foi entregue a missão de defender os interesses coletivos e não a criar mecanismos para “aliviar” a organização criminosa chefiada por Lula e Dilma.

Definitivamente Rodrigo Janot cavou sua sepultura ao solicitar a prisão de José Sarney,  um ex-presidente com mais de 80 anos.

Prender Sarney é covardia!

Porque Janot não se mostrou “macho” o suficiente para prender Lula?