Lava Jato Argentina

julio de vido




 A sujeira da Lava Jato se espalha pelo continente americano. A compra da refinaria de Pasadena foi o “fio da meada” para que a justiça brasileira iniciasse uma profunda “profilaxia” na Petrobrás. Não está ficando “pedra sobre pedra”.  Na medida em que as investigações avançam e onde governos não alinhados ao Foro de Sao Paulo – Macri na Argentina – permitem que a justiça trabalhe de forma independente, “brotam” da terra “minhocas” a  cada enxadada.


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O Ministério Público argentino denunciou nesta quarta-feira, 10, um ex-ministro suspeito de pagar propina para que uma empresa da Petrobras Argentina fosse vendida em 2007 a uma companhia alinhada ao kirchnerismo, em um desdobramento internacional da apuração da Operação Lava Jato.

A acusação contra Julio de Vido, titular da pasta de Planejamento no governo de Cristina Kirchner(2007-2015), partiu de declarações do delator e ex-diretor da multinacional brasileira Nestor Cerveró à Procuradoria-Geral da República. Antes de acertar sua delação premiada, ele relatou ter recebido US$ 300 mil em suborno para que a empresa de transmissão elétrica Transener, pertencente então à Petrobras Argentina, fosse vendida à Electroingeniería, ligada ao governo de Cristina Ela estava a ponto de ser negociada por US$ 54 milhões com um fundo americano, segundo Cerveró.

O conteúdo desta informação pode ser lido na íntegra em http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=48975506924