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Jornalistas gaúchos alinhados ao petismo se agacham diante da “orda” que ameaça invadir e quebrar Porto Alegre, dia 24

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É inaceitável a posição assumida pela imprensa do Rio Grande do Sul, em especial dos veículos do Grupo RBS, diante dos anunciados enfrentamentos, “com violência”, prometidos pelos coletivos que apoiam o ex-presidente Lula contra o Poder Judiciário. Soa muito estranho que por seus principais articuladores – Carolina Bahia, Daniel Scola, Rosane de Oliveira e outros menos estrelados – definam o “cenário” que se avizinha, proposto pelo MST e “satélites”, como brincadeira de final de domingo,  num parque qualquer da cidade.

O deboche dos jornalistas da afiliada da Globo em Porto Alegre, em não levar a sério os alertas contidos no pedido formulado pelo prefeito Nelson Marchezan ao Presidente da República, deixa muito claro de que lado estão. E este, certamente, não é do lado da grande massa dos moradores de Porto Alegre. Sua posição, claramente,  começa a soar em favor de insurgentes à Lei e a Constituição.

Marchezan ao se manifestar e pedir “socorro”  deu uma clara visão de que sabia e do que sabe, pois economizou argumentos no ofício encaminhado a Michel Temer. Acusá-lo de ter “violado” segredos do gabinete de crises montado pelo governo do estado para enfrentar o dia 24 de janeiro é “namorar” com a baderna e “casar” com MORTE. Sabidamente a Brigada Militar não tem efetivo, massa pessoal e equipamentos para enfrentar os anunciados “milhares” de lulistas que tomarão ruas, parques e cercanias do Tribunal Regional Federal 4.  As redes mostram videos partidos de gente radical, enfurecida, sem controle, capaz de “sonhar” com um mártir… que não será Lula porque já “amarelou”. Ficará em São Paulo, numa sala refrigerada, enquanto sua “trup” cozinhará no sol de 40 graus das ruas de Porto Alegre. No final do dia, feito o balanço, certamente, aos olhares do jornalismo global, as forças de segurança serão as únicas responsáveis por tudo, até mesmo pela covardia de quem ameaçou guerra e se tornou num passe mágica em cordeiro desmamado, covarde, que aos berros passou a chamar pela “mamãe”…

A imprensa bem sabe do seu papel influenciador no comportamento diário da população. Afinal, por ela e seus “atores” a comunidade fica informada da condição do tempo, do movimento das estradas, do noticiário  cotidiano e até mesmo da  “moda da hora”. O que não pode, o que é proibido é exercer o papel do “avestruz”  e  esconder a cabeça quando o assunto lhe diz respeito ideologicamente e se comportar como “olheira” de reconhecidos bandidos  da “estirpe” de Zé Rainha e seus asseclas.

Ainda há tempo para reflexão. É mister administrar um noticiário recheado de informações úteis, contando verdades, tão somente verdades, sem se deixar influenciar por paixões condenáveis do ponto de vista moral e ético. O jornalista pode ser petista, comunista ou qualquer outro “ista”, porém nunca deve esquecer o dia de amanhã. Quando se tornar inútil para a empresa lhe “cabresteia” e a quem presta serviços por um salário vil, para não não dizer escravo, tem de lembrar que… Eles ficarão… Já o jornalista terá ficado!

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