Homem covarde, batedor de carteira de velhinhos, corre para debaixo da saia da mulher!

No Brasil,  “debaixo da saia  da mulher” tem outro sentido: Vale para definir FORO PRIVILEGIADO!


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O que pensar de um sujeito que, fazendo uso do cargo público que exerce, monta uma quadrilha para assaltar, por meio de mecanismos oficiais, milhares de aposentados e  servidores públicos que, flagrado, não é homem suficiente para assumir seus crimes? Pois Paulo Bernardo é um coverde! Está correndo para debaixo da sai da mulher.

Advogados do ex-ministro dos governos Lula e Dilma querem que o caso dele seja julgado pelo Supremo. Argumento é o de que a Polícia Federal vincula a atuação de Bernardo no esquema de corrupção à da sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que tem foro privilegiado.




Os advogados de defesa do ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo recorreram nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de liminar para que o petista seja colocado em liberdade e para que as investigações contra ele, alvo preferencial da Operação Custo Brasil, sejam suspensas. Segundo os advogados, quando analisar o mérito do pedido, o Supremo deveria determinar que a apuração contra o ex-ministro também transcorra sob supervisão do STF, já que a Polícia Federal, ao longo das investigações, vincula a atuação do petista ao de sua esposa, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como parlamentar, Gleisi tem direito a foro privilegiado e, na avaliação da defesa, atrairia o caso para Brasília.

A tese dos advogados de defesa é a de que a Operação Custo Brasil “atinge diretamente” Gleisi Hoffmann, que frequentemente nas investigações é relacionada a Paulo Bernardo no esquema de cobrança de propina por meio da empresa Consist. “Se a investigação atribui ao reclamante [Paulo Bernardo] praticar fatos em concurso com quem ostenta foro por prerrogativa, é direito seu, em face do devido processo legal, pleitear que o inquérito tramite em seu juízo natural, ou seja, perante o Supremo Tribunal Federal”, dizem os advogados.
Conteúdo Veja, por Laryssa Borges – Foto Rodolfo Buhrer