Estupto coletivo no Rio de Janeiro vai eleger uma vereadora

Agora está claro: A advogada que se apresentou como defensora da adolescente vítima de estupro coletivo no Rio de Janeiro, ocorrido no final de maio,  e que chocou o mundo em razão da repercussão nas redes sociais, vai aproveitar o embalo da “fama” para concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores da capital carioca pelo PSOL.


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Eloisa Samy advogou para os ativistas chamados “blac blocks”  que protagonizaram atos de violência e vandalismo na cidade do Rio de Janeiro que culminaram com a morte de Santiago Ilídio Andrade(49),  câmera da Rede Bandeirantes e Televisão.

Na época (2013), as autoridades policiais do Rio de Janeiro também concluiram que a advogada Eloisa Samy, ao lado de Elisa Quadros Pinto Sansi(Sininho),  também participaram, de forma direta,  dos atos de truculência e pediu a prisão das duas ativistas. A justiça estadual decretou a prisão preventiva requerida.

Passados quase um mês, a futura candidataa vereadora, já com os olhos voltados para a eleição municipal de 2016,  pediu asilo político no Consulado do Uruguai alegando perseguição política.

Grande aproveitadora!

(matéria editada por Tete Matos)