DILMA, oportunista, usa a campanha contra a zika para defender Lula

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Definitivamente a Presidente Dilma Rousseff perdeu a noção do que é ser líder de um país do tamanho e da importância do Brasil.  Os 213 milhões de brasileiros que lidera, esperam equilíbrio, justiça, honestidade e transparência acima de tudo da sua Presidente. Porém, o que o Brasil assistiu neste sábado, 13 de fevereiro, foi a Presidente  Dilma ser, de novo, o vetor de mais uma daquelas “jogadinhas ensaias”,  urdidas nos porões do Palácio do Planalto e nas “alcovas” do Instituto Lula, agora o segundo núcleo do poder no Brasil. Dilma, de forma  absolutamente “covarde” se aproveitou do “pavor” incutido nas mentes dos brasileiros e que o próprio governo disseminou, sem nenhuma cerimônia falou de uma “pandemia”  que seu governo não conhece. Ela mesma no seu pronunciamento foi enfática ao afirmar: “EU ACHO” que esse problema está longe de ser controlado.


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Dilma,  acuada, sem noção  do gigantesco problema de saúde que ajudou a criar, sabe que o governo pode ser o único responsável por todos os casos de má formação cerebral ocorridos no Brasil,  em razão do uso do produto químico Pyriproxyfen. Mas sua missão neste sábado era outra… O mosquito era o meos importante! Tinha a missão única  de  defender o indefensável: O ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva.

A inusitada decisão da presidente Dilma se valer da força braçal de 200 mil homens das forças armadas para, em tese, combater focos  e criadouros do mosquito Aedes aegypti, mostra o que é real e o que é “achologia” no seu governo.  Essa tresloucada ação é a prova cabal de que nos governos de Lula e nos que lidera,  a saúde pública brasilera foi transformada num “caos”, ou melhor, num inferno de Dante. Convocar os militares para combater o mosquito é o reconhecimento público da incapacidade da equipe de saúde pública de governo que lidera.

Covarde é um termo tênue, leve, ameno para  se acreditar que a Presidente da República do Brasil tenha se “apoderado” – termo petista – de uma gigantesca ação pública para tentar “vender” a idéia  de que o ex-presdente Lula é inocente das acusações que lhe são atribuidas. É uma temeridade para uma Presidente, em pleno exercício do do seu mandato e do cargo, assegurar publicamente  que  seu criador nada tem a ver com o triplex do Guarujá, com o sítio de Atibaia e com a edição de MPs  “a soldo” de montadoras, sem que tudo fique plenamente esclarecido, processado e julgado pelo Poder Judiciário.  Ao agir dessa formaé no mínimo tripudiar  com a inteligência dos brasileiros.

DILMA definitivamente não governa mais. Cumpre um papel de coadjuvante num cenário criminoso montado por seu criador e operado  por um exército de homens e mulheres acéfalas, robots de uma causa perdida.