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Prisão de Lula será dia 02 de maio, antecipa jornalista

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Moro vai botar Lula em seu lugar, afirma o jornalista Augusto Nunes no seu comentário no canal de Veja.

Diz Augusto Nunes: “Num depoimento à justiça, o réu é obrigado a tratar exclusivamente dos fatos criminosos de que é acusado. Qualquer calouro de faculdade  de direito sabe disso.  Disso parece ter esquecido o magistrado que conduz em Brasilia, uma das cinco ações judiciais, protagonizadas por Lula.
Nesta terça-feira, o ex-chefe de governo que virou chefe de um bando de delinquentes caprichou na pose de inocente perseguido sem ter sido contestado por representantes do Ministério Público e do Judiciário.
No encontro marcado para 02 de maio em Curitiba, Sérgio Moro e os Procuradores Federais comandarão um interrogatório de verdade. Encerradas as perguntas e respostas, o farsante desprovido de álibis  só será candidato uma longa temporada na gaiola.
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Desarmamento e massacre da população civil – Por Percival Puggina

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O mundo do crime declarou guerra ao mundo do trabalho. Nós produzimos e eles tomam nosso ganho – o dinheiro do bolso, o automóvel, a carga do caminhão, o gado no pasto. Guerra na cidade e no campo.  Guerra sem dia ou hora de armistício. Não se trava contra o Estado de Direito, que bandido não é doido. Em muitos casos, formam um estado dito paralelo, mas não andam por aí atirando contra quartéis, porque sabem que lá dentro há bala e, de lá, vem bala. Não, eles querem o trabalhador da parada de ônibus, descendo do carro, entrando em casa, saindo do banco. E, não raro, tomam-lhe a vida.
É uma guerra desigual, assimétrica. Enquanto o mundo do crime tem armas, o pessoal do trabalho árduo não dispõe de meios de defesa. Na tese oficial, esse seria encargo prioritário do Estado, mas ele, há muito tempo, jogou no tablado a toalha e a própria vergonha diante de sua impotência. O mesmo Estado, que tornou impeditiva a posse e o porte de armas pelos cidadãos, apresenta-se à sociedade como uma impotente, “mãos amarradas” pelas próprias leis, decisões judiciais, carência de recursos humanos e materiais.  Vendo e ouvindo o Estado, dá vontade de parafrasear João Bosco e cantarolar: “Tá lá o Estado estendido no chão… Em vez de reza uma praga de alguém”. Estatisticamente está comprovado: esse Estado não consegue defender o mundo do trabalho.
Em tais condições, quando um lado está armado e o outro indefeso, toda guerra vira massacre. É como ataque de força armada hostil contra população civil desarmada. Deu para perceber a semelhança com as ações do Estado Islâmico? Temos a mesma coisa aqui, de modo fragmentado, mas tão ou mais letal, com 60 mil homicídios anuais e um número várias vezes milionário de “expropriações” ou butins levados a cabo, todo ano, pelas forças vitoriosas do mundo do crime.
Se você reclamar, se cobrar o direito ao uso e porte de armas,  imediatamente se insurgirão as falanges opiniáticas da esquerda, acusando-o de ser um sanguinário irresponsável, militante pró bancada da bala, uma espécie de Comando Vermelho com sinal trocado. O massacre das vítimas, a impossibilidade prática de promoverem a própria defesa, deveria ser objeto de escândalo como escandalizam as ações do ISIS. Mas aqui é o Brasil e estamos habituados aos necrológios da sociedade nas páginas policiais.
Como escrevi outro dia, ao direito natural da pessoa humana à própria vida corresponde o direito de defendê-la. A proibição do Estado retira-lhe a efetividade, mas por ser ele natural, ele está ali, inerente à condição humana. É direito recusado, mas persiste sendo da pessoa. Se a legislação me permitisse ter e portar armas, eu até poderia, livremente, renunciar a isso.  Mas não digo o mesmo do dever de proteger a vida dos meus familiares! Eu, ao menos, não sinto que possa dele abrir mão. É um dever moral, que considero inerente à condição de homem de família, com mulher e filhos sob seu zelo.
Por isso, em nome disso, mais e mais persistente deve ser o clamor nacional por um novo estatuto sobre a matéria. Danem-se as carpideiras de bandidos, os adversários de toda repressão sobre as práticas criminosas e as atitudes suspeitas, os sócios do clube da maconha e otras cositas mas; danem-se  os eternos fiscais da polícia, os censores das opiniões alheias, os esquerdinhas militantes de todas as causas erradas. Quem assina este artigo é pacífico mas não é pacifista, não está a soldo de nenhuma indústria de arma, não é homicida em potencial e está indignado, sim, com o que fizeram do Brasil.
N.A. – No próximo domingo, dia 19/03, às 15 horas, no Parcão, em Porto Alegre, ato pelo Direito de Defesa.
Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.
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DEMOCRACIA esfarela no Brasil… É o GOLPE em marcha!

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A Folha, em matéria assinada pelos jornalistas Ranier Bragon e Laís Alegretti informa que “O pacote de reformulação da legislação trabalhista, que da a acordos maior peso do que a lei e permite o parcelamento de férias, entre outros pontos, pode ser aprovado sem a necessidade de ser votado pelo plenário da Câmara, de acordo com a decisão atualmente em vigor da presidência da Casa.

Segundo a postagem, despacho técnico assinado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), estabelece que o reforma tramite só na comissão especial que discute o tema, formada por 37 dos 513, deputados.

É A REEDIÇÃO DO DECRETO-LEI NO BRASIL!
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Golpe de Estado no Brasil liderado por Temer, Gilmar Mendes, Eunício e Rodrigo Maia

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O golpe de Estado silencioso que está em gestação no Brasil, praticado e sob o comando da cúpula política da nação é um ataque frontal e covarde contra o Estado democrático de direito. É uma luta sem armas, sem sangue… É a mais covarde de todas as guerras, àquela que é travada nas catacumbas do poder, onde os poderosos quando se sentem “acuados, perdidos, prestes a ser catapultados do cenário que dominam,  buscam subterfúgio para se manter no comando na nação. Este é o cenário que teremos de enfrentar com coragem, jogando nossas próprias vidas para travar tamanha covardia.
Michel Temer, presidente da República, Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Eunício de Oliveira, presidente do Senado Federal e Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados reunidos em Brasília, decidiram que “A REFORMA POLÍTICA VAI ANDAR“. Ora, alterar o processo político exatamente no momento em que 03 dos integrantes da reunião – Temer, Eunício e Maia -,  estão arrolados nas delações da Construtora Odebrecht e  Gilmar Mendes que “usurpa” o poder de Cármen Lúcia,  presidente do Supremo Tribunal Federal é um GOLPE DE ESTADO sem armas.
A mudança da lei eleitoral “apoiada” pelo QUARTETO FANTÁSTICO é a implantação do “voto por lista”. Àquela que define quem serão os parlamentares que tomarão posse, não pela quantidade de voto recebidos nas urnas, mas pela vontade de cúpula partidária. Isso, por certo, vai permitir que  todos os políticos que estão e serão indiciados na Lava Jato tenham garantida a sua eleição em 2018. Por consequência, esta TURMA assegura o foro privilegiado para se perpetrar na Câmara e no Senado, muito longe da mão “frágil”, lenta e conivente da justiça do Supremo Tribunal Federal.
Se a nação não reagir imediatamente através das ruas, definitivamente o país mergulhará numa DITADURA concebida no Foro de São Paulo e jogará a América do Sul na vala comum de Cuba e Venezuela…
A esperança está nas ruas… 
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Tudo na Suíça: Odebrecht depositava propina para políticos corruptos na Europa

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Aquela    velha e   batida    conversa   de   que “TODAS AS DOAÇÕES FORAM LEGAIS E CONTABILIZADAS NAS  PRESTAÇÃO  DE CONTAS  DO  PARTIDO  OU CANDIDATO E APROVADAS PELA JUSTIÇA ELEITORAL”   caíu  por   terra.      Seu   conteúdo  serviu de combustível” para que os investigadores da Lava Jato passassem a desconfiar dos argumentos não tão sinceros…
BINGO! Delator preso em Genebra guardava tudo em seu computador… Resultado: Além de chorar pelo sequestro do dinheiro “afanado”, processo penal lá e aqui… Cadeia na certa!
Planilhas, um laptop, celulares e documentos confiscados pelo Ministério Público da Suíça confirmam que a Odebrecht usou seu caixa 2 para enviar “milhões de dólares” para o financiamento de campanhas eleitorais no Brasil em 2010 e 2014. O material era do executivo Fernando Miggliaccio, preso em Genebra em fevereiro de 2016. 
De acordo com as planilhas apreendidas, os pagamentos chegaram a ter um calendário, com transferências semanais aos beneficiados – que incluiria financiamento para a campanha da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, em 2014. O material pode ser considerado “crucial” para as investigações no Brasil e apontariam para um pagamento “regular” por parte da construtora para partidos e políticos nacionais, em troca de favores. 
Em documentos do Ministério Público de Berna, a conclusão é de que foram feitos “pagamentos em contas suíças para o financiamento de campanhas políticas no Brasil”. Os partidos e os nomes dos políticos, porém, não foram revelados. Mas pessoas que já tiveram acesso ao material confirmam que os pagamentos atendiam “a todos os grupos”. 
Miggliaccio era um dos responsáveis pelo Departamento de Operações Estruturadas, o setor de propinas da empreiteira. 
A reportagem apurou que, no início de 2016, Miggliaccio viajou para a Suíça, diante da iminente prisão de pessoas que eram consideradas “fundamentais” e que poderiam revelar detalhes de como funcionava o financiamento ilegal de campanhas. 
O executivo conseguiu apagar parte substancial de um servidor que a Odebrecht mantinha na Suíça, onde estocava dados sobre o pagamento de propinas em todo o mundo. 
Miggliaccio acabou detido e, em meados do ano, aceitou cooperar. Em seu compromisso, ele também aceitou entregar todos os dados, que ainda estão de posse dos suíços. A Procuradoria-Geral da República já fez pedido para reaver o material.
Conteúdo Diário do Poder 
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Lista de Janot deveria estar publicada na PÁGINA POLICIAL e não na de POLÍTICA – Editorial do Estadão

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A Lista da vergonha, editorial do Estadão diz: As Listas de Janot são uma vergonha para o País. É preciso acabar com elas, da única maneira legítima num regime de democracia e liberdade: eleger gente decente.Os nomes divulgados já eram conhecidos. Frequentam essa espécie de noticiário policial em que se transformaram as editorias políticas dos meios de comunicação.

É uma notável coleção de figurões do primeiro escalão da República de hoje e de ontem a lista de suspeitos de envolvimento com o esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. Não se pode dizer, no entanto, que aquilo que ficou conhecido como a segunda Lista de Janot seja uma surpresa, pelo menos para quem dispõe de um mínimo de informação sobre os recém-completados três anos de trabalho da Operação Lava Jato. Os nomes divulgados já eram conhecidos. Frequentam essa espécie de noticiário policial em que se transformaram as editorias políticas dos meios de comunicação desde que o Partido dos Trabalhadores do impoluto Lula da Silva fez da corrupção na gestão da coisa pública um método para a perpetuação de um projeto de poder. Essa é a verdadeira herança maldita, o grande legado do lulopetismo.
Dois ex-presidentes, Lula e Dilma; pelo menos cinco ministros de Estado do governo Temer – Eliseu Padilha, Moreira Franco, Aloysio Nunes, Bruno Araújo e Gilberto Kassab –; os atuais presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados – Eunício Oliveira e Rodrigo Maia –; pelo menos quatro ex-ministros dos governos petistas – Antonio Palocci, Guido Mantega, Edison Lobão e Romero Jucá; pelo menos dois líderes tucanos – os senadores Aécio Neves, presidente do PSDB, e José Serra. Além desses 15 expoentes da representação multipartidária que integram a seleção feita pelos delatores da Odebrecht, dezenas de outras figuras de menor expressão fazem parte do time que levou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a solicitar ao ministro-relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a instalação de 83 inquéritos apenas no âmbito da Suprema Corte, além de sugerir o encaminhamento de 211 outros processos a instâncias inferiores.
Uma visão prospectiva desta Lista de Janot deve levar em consideração também duas questões fundamentais: trata-se do resultado das delações premiadas de mais de 70 executivos da Odebrecht, apenas uma das grandes empreiteiras com o rabo preso na Lava Jato. Muitas outras virão.
Além disso, é preciso não esquecer que as pessoas citadas não podem ser consideradas culpadas de delito algum. Dependendo de decisão do relator da Lava Jato, serão investigadas e, havendo fundamento, transformadas em rés, que nessa condição passarão a ser julgadas para, finalmente, serem declaradas inocentes ou culpadas. É um longo processo – mais longo do que a consciência cívica nacional certamente almeja –, mas até então todos os inicialmente suspeitos estarão resguardados pelo princípio da presunção de inocência, fundamento essencial de um sistema penal civilizado.
De qualquer modo, a constatação de que figuras poderosas que há mais de uma década conduzem os destinos do País são suspeitas da prática generalizada de atos lesivos aos interesses dos brasileiros – afinal, são os cidadãos que pagam a conta da corrupção – é mais do que suficiente para demonstrar a urgente necessidade de uma profunda revisão dos fundamentos do sistema político.
A prova disso é que, apavorados com a perspectiva de acabar no xilindró como já acontece com ilustres bandidos de colarinho branco, senadores e deputados, de praticamente todas as legendas, estão no momento mais preocupados em salvar a própria pele do que em fazer sua parte na discussão e aprovação das reformas necessárias para sanear as contas públicas e criar condições para tirar a economia da recessão, de modo a garantir emprego e renda para seus eleitores. A obsessão no momento entre os parlamentares é criar mecanismos que lhes preservem mandatos. Vale tudo, desde a anistia de crimes eleitorais como o caixa 2 até a adoção da famigerada lista fechada de candidatos. Só não vale, pelo menos neste momento, pensar numa reforma política séria, que faça o Brasil transitar do sistema oligárquico para uma democracia compatível com o século 21.
As Listas de Janot são uma vergonha para o País. É preciso acabar com elas, da única maneira legítima num regime de democracia e liberdade: eleger gente decente.
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João Dória já fala como candidato à presidência em 2018

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O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que a determinação de não se candidatar em 2018 não é irreversível”. Questionado sobre a possibilidade de disputar o Planalto, ele reafirmou o apoio ao seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), mas não descartou concorrer caso haja desgaste dos nomes tucanos mais cotados para a eleição. O mesmo ele disse em relação a uma candidatura ao governo paulista.
As declarações foram dadas em entrevista ao jornal SBT Brasil, do SBT, veiculado na noite desta segunda-feira, 13. Na semana passada, o prefeito negou a intenção de disputar a Presidência e declarou adesão ao nome de Alckmin, que, por sua vez, admitiu publicamente a intenção de concorrer ao Planalto no próximo ano.
Questionado se concordava com a frase do político mineiro Magalhães Pinto de que “política é como nuvem: você olha, ela está de um jeito, você olha e ela está de outro”, Doria disse que “nada é irreversível, exceto a morte”. No entanto, o prefeito que o seu candidato é Alckmin. “Não é apenas porque nós temos uma amizade de 36 anos e não é apenas porque ele me apoiou para a Prefeitura de São Paulo. É porque ele é bom, é competente, é sério, é dedicado, é honesto. É um bom gestor, um quadro excepcional do PSDB”, afirmou.
Doria disse também que defende a realização de prévias no PSDB, tanto para a escolha do candidato à Presidência como ao candidato ao Palácio dos Bandeirantes.
O prefeito também não descartou uma candidatura ao governo paulista já no ano que vem. Questionado sobre a eventual disputa para os Bandeirantes, ele repetiu: “Vou usar o mesmo Magalhães Pinto: nada é irreversível. Eu não tenho isso como planejamento, e estou ‘prefeitando’. O melhor que eu posso fazer é ser um bom prefeito”.
Na edição desta segunda-feira, 13, o Estado mostrou que o nome de Doria ganha força entre tucanos para concorrer ao governo – entre os apoios declarados está o do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Fernando Capez (PSDB).
Caixa 2. Na entrevista ao SBT Brasil, o tucano também disse ser contra a qualquer proposta de anistia de caixa 2 praticado em campanhas eleitorais. Questionado sobre a ideia, afirmou que “a tese tem de ser avaliada”. “Eu não concordo com ela (anistia), mas acho que tem de ser avaliada. Discordo do caixa 2. É preciso ter um novo formato. O formato atual e o passado (de financiamento de campanha) não funcionam.”
Doria afirmou que o surgimento da proposta, com o avanço da Operação Lava Jato e possíveis citações de tucanos e peemedebistas em delações premiadas, não é uma “coincidência positiva”. “Ela (a coincidência) torna mais vulnerável a tese (de anistia), por isso não me filio a ela, embora eu compreenda a tese. Mas ela se torna mais vulnerável dado o estágio avançado da Lava Jato”, disse o prefeito.
Para o tucano, denúncias de corrupção no PT e no PSDB “são atitudes distintas”. “O PSDB não é PT. A profundidade da corrupção do PT foi a maior montagem de quadrilha na história política do mundo. Primeiro não há corrupção do PSDB, há suspeitas. Eu confio no Ministério Público e confio na Justiça também. O que eu entendo é que tudo tem de ser apurado. Aplique-se a pena”, afirmou.

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Lava Jato “a todo vapor” no Rio – Juiz Bretas prende mais dois figurões do esquema de Sérgio Cabral

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 14, um novo desdobramento da Operação Lava Jato no Rio. Os alvos da operação são Heitor Lopes de Sousa Junior e Luiz Carlos Velloso, que foram presos. A ação mira em pagamento de propina sobre contratos da linha 4 do Metrô.
A nova etapa foi aberta por ordem do juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio e com base no acordo de leniência da Carioca Engenharia. A investigação apura R$ 5,4 milhões em propinas e 31 transferências para empresas de Heitor Lopes.
Segundo o site do Governo do Rio, Luiz Carlos Velloso é, atualmente, subsecretário de Turismo do Estado. Já Heitor Lopes de Sousa Junior é diretor de Engenharia da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, a Riotrilhos.
Luiz Carlos Velloso foi subsecretário de Transportes no Governo Sérgio Cabral (PMDB – 2007/2014).
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral foi preso em 17 de novembro do ano passado na Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio. Na ocasião, o peemedebista foi alvo de dois mandados de prisão, um da 13ª Vara Federal de Curitiba e outro da 7ª Vara Federal do Rio.
A força-tarefa da Lava Jato, no Rio, na época, investigava corrupção na contratação de diversas obras conduzidas no governo do peemedebista, entre elas, a reforma do Maracanã para receber a Copa do Mundo de futebol de 2014, o PAC Favelas e o Arco Metropolitano, financiadas ou custeadas com recursos federais. A investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal, no Paraná, apurou pagamento de vantagens indevidas a Sérgio Cabral, em decorrência do contrato celebrado entre a Andrade Gutierrez e a Petrobrás, sobre as obras de terraplanagem no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
Deste novembro, Sérgio Cabral foi alvo de seis denúncias: cinco do Ministério Público do Rio e uma da Procuradoria da República, no Paraná.
Conteúdo Estadão
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Renan Calheiros “ataca” Temer… Quer cargos e demissões de inimigos

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Em novo round contra Temer, Renan critica reforma da Previdência. O ex-presidente do Senado e atual líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL), fez duras críticas, nesta segunda-feira (13), ao projeto de reforma da Previdência enviada pelo governo federal ao Congresso. Para ele, há graves equívocos na proposta, que a impedem de ser aprovada pelos parlamentares.
“Nós precisamos, claro, atualizar as regras da Previdência, fazer uma reforma. Mas essa proposta que o governo mandou para o Congresso, da forma como ela está, não tem condição nenhuma de passar”, afirmou o senador, em entrevista coletiva. “o Lula fez uma reforma, o Fernando Henrique fez uma, a Dilma fez uma e o Michel vai fazer a dele. Ma é reforma possível, não é a definitiva.
A declaração de Renan vem num momento em que o senador tem feito reclamações públicas sobre o presidente e o governo. Na semana passada, Calheiros criticou a escolha de Osmar Serraglio (PMDB-PR) para o Ministério da Justiça, de André Moura(PSC-CE) para a liderança do governo no Congresso, e de Agnaldo Ribeiro (PP-PB) para a liderança do governo na Câmara. 
Conteúdo UOL, assinado pelo jornalista Carlos Madeiro
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A covardia de um comunista: Karnal apaga post com Sérgio Moro

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O Diário do Poder de Cláudio Humberto informa que o historiador e professor Leandro Karnal, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi alvo de ataques da patrulha ideológica petista, nas redes sociais, após divulgar no Facebook e no Twitter algo que deixaria honrado qualquer homem ou mulher de bem no Brasil: uma foto na companhia do juiz federal Sergio Moro, responsável pelo julgamento dos corruptos investigados e denunciados na Operação Lava-Jato. A foto registra um jantar na noite de sexta-feira (10).
Na legenda da foto, Karnal publicou: “Dia intenso em Curitiba. Encerro com um jantar com dois bons amigos… amo ouvir gente inteligente. Discutimos possibilidades de projetos em comum”. Além de Moro, também está presente na foto o juiz da 5ª Vara Federal de Maringá, Anderson Furlan Freire da Silva.
A amizade com Moro gerou insatisfação entre supostos seguidores de Karnal, tido como suposto referencial da esquerda. Após a publicação, ele foi acusado de “falsidade” por seguidores insatisfeitos com o combate à corrupção petista.
No domingo, Karnal utilizou o Facebook para se defender das críticas. “Tenho imensa curiosidade em conversar com pessoas que fazem parte da história. Adoraria ter um jantar com Ciro Gomes, com Maria da Penha, com Maria do Rosário, com Lula e com outras pessoas. Todos me ensinariam bastante sobre sua visão de mundo, o que me faria pensar muito. Realmente gostaria disto”, justificou.  
Karnal ainda destacou que “o plano em comum” que tem com Moro é que ambos darão palestra na pós-graduação da PUB com “muitos outros nomes do cenário nacional”. Além disso, o professor reiterou que continua sendo “o mesmo”.
O professor destacou que recebeu diversas manifestações de apoio e crítica após a publicação da foto. E afirmou que tomará “mais cuidado” e disse que, quando tiver novas reuniões com autoridades e “pessoas de referência”, guardará para si e “para o debate interno”.
“Lamento a polarização no Brasil e lamento o clima que, por poucas explicações minhas, causei. Tomarei mais cuidado e desculpo-me por isto”, disse. “O momento brasileiro é estranho e há uma vontade nacional de crucificar”.
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Escândalo: Michel Temer COMPROU Gilmar Mendes com um cargo para primo do Ministro na Antaq?

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Inacreditável, porém verdadeiro. O presidente da República Federativa do Brasil, senhor Michel Temer, ungido ao comando da nação após a cassação pelo Congresso Nacional da sua companheira de chapa,  com quem divide uma rumorosa ação no TSE, acusados de uso de dinheiro sujo na campanha, não bastando estar cercado de assessores delatados na Lava Jato, apresenta a régua final da sua passagem por Brasília: Nomeia um primo do Ministro Gilmar Mendes, seu ALGOZ no TSE. Escancarada está a ARMAÇÃO para sepultar, de forma definitiva, a moral e o orgulho nacional…  A nação que se “lixe”!
Não se fazem mais homens, juízes e políticos portadores de um pingo de vergonha nessa nação. Se produz elementos que só pensam e agem em favor de seus interesses particulares. 
Publicam os jornais e sites: Michel Temer indicou para o cargo de diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) o advogado Francisval Dias Mendes, primo do ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes.
Em tese, Gilmar irá julgar Temer no processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer no TSE. A indicação foi divulgada pelo jornalista Murilo Ramos, da coluna Expresso, dois dias depois de uma visita de Gilmar ao Palácio do Jaburu, sede da vice-presidência, onde mora Temer, no domingo.
O nome de Francisval, que foi ouvidor de uma agência do governo de Mato Grosso, ainda precisa ser aprovado pelo Senado. Segundo a coluna, ele mantém ligações políticas com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), e com o senador Wellington Fagundes (PR-MT).
Vale lembrar que Gilmar Mendes já escancarou seu objetivo de blindar Michel Temer a todo custo, dizendo até que o presidente pode ser eleito pelo Congresso Nacional mesmo se o TSE decidir cassá-lo.
Conteúdo Estadão, Folha e 247.

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O dinheiro que irrigou as campanhas políticas veio de crime e sustentou o crime.

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O Antagonista clipou parte do comentáro de Miriam Leitão no Bom Dia Brasil da Rede Globo desta terça, 14. O Cristalvox reproduz:
“O que a Lava Jato está investigando não é o crime eleitoral, mas o crime de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, propina em obras públicas ou serviços contratados pelo governo. É disso que se trata, de corrupção.
Não há procuradores separando dinheiro por caixas, há investigadores mostrando ao país transações criminosas em grande escala. Políticos de partidos que se dizem inimigos, que sustentavam o governo passado e o atual, estão unidos, curiosamente unidos, nessa campanha para dizer que caixa 2 é um crime menor e portanto pode ser perdoado.
São raríssimas as exceções nesse movimento amplo, geral e irrestrito de pedir a anistia aos políticos. E ontem a ele se integrou o chefe dos chefes de toda a Odebrecht, o próprio Emílio (…).
O dinheiro que irrigou as campanhas políticas veio de crime e sustentou o crime. Veio de obras públicas superfaturadas, licitações viciadas, tráfico de influências, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, saque à Petrobras.
O que os senhores políticos, e todos os que defendem essa tese, estão propondo? Que todos esses crimes sejam anistiados? Se é isso, que o digam claramente e não se escondam atrás da tese de que o que querem é apenas legalizar algo simples, histórico e cultural, o uso do modelo reinante de não declarar todo o dinheiro recebido dos empresários. Que tenham a coragem de propor a legalização da corrupção”.

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Explosivo: Temer está na lista de Janot

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Ainda são fragmentadas as informações, mas a jornalista Vera Magalhães disse agora pela manhã na Rádio Jovem Pan que já circula nos bastidores a informação de que o presidente Michel Temer está citado na “Lista de Janot”. Uma informação dessa magnitude justifica a manchete da coluna da jornalista no Estadão desta quarta – RISCO DE PARALISAÇÃO GERAL – .
Se confirmada a informação, a democracia está ferida de morte. O governo Temer terá perdido toda a legitimidade de permanecer no Palácio do Planalto.  Temer já é um solitário na Esplanada, uma vez que seus principais assessores foram abatidos sem um único disparo. A caça se deu apenas no “grito”… Padilha, Moreira Franco e Yunes  são cinzas que já foram “sopradas”. São fantasmas que arrastam correntes no Palácio do Planalto. 
Antes a Folha de São Paulo publicou: “A divulgação dos nomes de cinco ministros na lista de pedidos de investigações da Procuradoria-Geral da República causou desconforto à equipe de Michel Temer. A manutenção do sigilo, mesmo que provisória, sem abrir detalhes sobre as denúncias contribui para aumentar o desgaste da imagem do governo.
Para não sangrar até a morte material, o governo já avalia pedir à Advocacia-Geral da União que solicite ao ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, relator da Lava Jato, que acelere a divulgação do conteúdo dos pedidos de investigação.”
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Bandido tem de indenizar vítima! Senador Ronaldo Caiado apresenta projeto no Senado

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Se criminosos podem ser indenizados, imagine as vítimas destes criminosos. O  Senador Eonaldo Caiado reforçou que a interpretação que fundamenta o projeto é baseado em recente decisão do STFm que entendeu que presos em situação degradante devem ser indenizados. Conteúdo Diário do Poder – foto Sidney Lins Jr.
O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) apresentou um projeto de lei para melhor regulamentar a reparação dos danos materiais e morais por parte do infrator em favor da vítima ou de seus sucessores.
A ideia do Projeto de Lei 48/2017 é facilitar a reparação já prevista na Lei 11.719/08, que alterou o Código de Processo Penal para prever que o juiz estabelecesse um valor mínimo de indenização a título de reparação de danos sofridos pela vítima. Pela forma atual, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a demanda pela indenização deveria partir de um pedido formal do Ministério Público. O projeta visa desburocratizar esse processo ao especificar em texto a inexigibilidade de um pedido específico.
“Ao lançarem sobre o Ministério Público o ônus de formular pedido específico, tais decisões ignoram que a reparação do dano não se destina ao MP, mas sim à vítima. Estes, no mais das vezes, são delitos de natureza grave, que geram inquestionáveis danos à vítima ou aos seus herdeiros. Logo, exigir que, justamente em tais casos, o ofendido solicite ao MP para que este, por sua vez, faça pedido expresso ao Juiz é impor um ônus injusto à vítima e sacar a eficácia da norma processual penal”, justificou Caiado na apresentação de seu projeto.
Algumas decisões do STJ também interpretam a atual lei como se o dano moral não pudesse ser objeto de tal reparação no juízo criminal. O senador também rebate essa interpretação: “Basta mencionar que a Constituição equiparou o dano moral ao material. […] Tendo sido tal equiparação feita, nada mais resta senão concluir que sempre que um texto normativo tratar de “dano” está a referir-se tanto ao dano material quanto o moral. Nesse sentido, a presente proposição tem por objetivo esclarecer tal situação”, explicou.
Exemplo do Estado
Ronaldo Caiado também reforçou que a interpretação que fundamenta o projeto é baseada em recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que entendeu que presos em situação degradante devem ser indenizados pelos danos materiais e morais causados pelo Estado.
“Ora, se os criminosos podem ser indenizados pelo dano moral que o Estado lhes causa, quanto mais as vítimas têm direito a indenização pelo dano decorrente da ação criminosa de um indivíduo. O acesso a este direito deve ser o mais ágil possível”, concluiu. O projeto será apreciado na Comissão de Constituição e Justiça onde vai ser votado em caráter terminativo.
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