“Bafão”! Ex-mulher de delator na Lava Jato se diz enganada no divórcio…

O Brasil já leu, ouviu e assistiu de tudo da Lava Jato. Mas esta é de “esquadra”: Ex-mulher de delator na Lava Jato se diz enganada no divórcio… Gisele Fraga, ex- mulher de Augusto Mendonça ex-diretor da Construtora Toyo Setal quer rever os termos do divórcio assinado em 2011. Culpa a advogada pelo péssimo acordo que assinou…


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Leia a matéria assinada por Sônia Racy do Estadão e entenda melhor esse grande “bafão”. Se a moda pega!

Augusto Mendonça, da Toyo Setal, foi o primeiro empresário delator da Lava Jato e também o primeiro da operação — liderada por Sergio Moro — a fazer a mesma coisa nos EUA. Já está em casa há tempos. Livre de problemas? Não.
Gisele Fraga, sua ex-mulher, decidiu “reconversar” judicialmente com o executivo sobre o divórcio que assinaram em 2011. “Estou cansada de ser enganada”, disse ontem a atriz à coluna, acreditando que foi prejudicada pelos termos do acordo, mesmo tendo sido casada com separação total de bens. “Minha advogada foi no mínimo negligente”, alerta a mulher que viveu por seis anos com Mendonça.
Para provar o quão rico ainda é o empresário, Gisele mandou fotos do estaleiro EBR, no sul do Brasil, mais precisamente em São José do Norte. “Quando casei, ele não conhecia ninguém no Rio. Desembarcava no Santos Dumont, ia à Petrobrás e voltava para o aeroporto”, destaca Gisele, dando a entender que ajudou o ex-marido a crescer.
Conta também que não recebeu dividendos do seu último trabalho – o filme americano Relações Criminosas, lançado em 2011. Nesse thriller trabalharam Ray Liotta, Christian Slater e Ving Rhames. “Parte da produção foi financiada por uma offshore que eu tinha com o Augusto lá fora”, revelou.
Nome da offshore? Segundo Gisela, era “Stole Away”. Que em português significa algo como “roubei dele” ou “dela”.
E, no País da piada pronta, a atriz lamenta que desde a Lava Jato não conseguiu mais nenhum papel no mundo do cinema. “Tinha gente dizendo que eu era testa de ferro dele. Mas eu nunca soube das atividades ilegais do Augusto.”

Conteúdo Estadão