A Campanha suja de Dilma: TSE investiga novos indícios de irregularidades

1. DCO Informática e Serviços: Endereço inexistente
2. Door2Door Log Serviços: Sem declarações fiscais


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O jornal o Estado de São Paulo informa que o vice-presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes remeteu ao Ministério Público e a Polícia Federal, nesta sexta, o6 de maio, novos indícios de irregularidades na situação financeira de empresas que prestaram serviços para a campanha da presidente Dilma Roussef em 2014. Ambas já estavam sendo investigadas por supostas ilegalidades nos contratos com o PT.

Em resposta a uma decisão do ministro, datada de fevereiro, a Secretaria da Fazenda do Estado de Minas Gerais enviou ao TSE informações sobre as empresas Door2Door Log Serviços E Doc informáricas Serviços.

Empresas – A DCO teve sua inscrição estadual bloqueada em 2006 por ter indicado um endereço inexistente em sua documentação. Após reativação do cadastro, a empresa voltou a ser bloqueada em 2014 por não ter apresentado declarações fiscais e em 2015 por “desaparecimento do contribuinte”. Após a data, o registro da empresa foi definitivamente cancelado.

A situação é semelhante à da Door2Door. Embora ainda tenha o registro ativo, sua inscrição foi bloqueada duas vezes, em 2011 e 2015, por não apresentar declarações fiscais à Secretaria de Fazenda mineira.

Em fevereiro, Gilmar Mendes enviou cópias de documentos e notas fiscais da campanha pela reeleição de Dilma para que os Ministério Público Federal e de São Paulo, Secretaria de Fazenda de São Paulo, Secretaria da Receita Federal, Conselho de Administração de Operações Financeiras (Coaf) e Polícia Federal apurem possíveis irregularidades em contratos da legenda com sete empresas. Entre elas, estavam tanto a Door2Door quanto a DCO.

O encaminhamento do ministro acatou um pedido feito ao TSE pelo PSDB, que alega haver indícios de “irregularidade e ilegalidade na contratação e pagamento efetuado a empresas que não possuem capacidade operacional para prestar os serviços avençados pela campanha do PT”. Os tucanos também afirmam haver evidências que de as empresas aparentam ser “de fachada” e foram contratadas por valores “exorbitantes e desproporcionais”.

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